“Essa ferramenta é fundamental para qualquer pessoa interessada em monitorar ou pesquisar informações sobre a BR-319. Com ela, conseguimos visualizar dados críticos sobre desmatamento, ocupação de terras e outras questões socioambientais que impactam diretamente a região”, afirma Heitor Paulo Pinheiro, especialista em geoprocessamento e analista do Instituto de Conservação de Desenvolvimento da Amazônia (Idesam), organização membro do OBR-319, responsável pela criação do mapa.
A plataforma está organizada em cinco categorias principais: interflúvio Madeira-Purus, infraestrutura, Áreas Protegidas e destinadas, monitoramento e ordenamento territorial.
Outro destaque da plataforma é a origem variada dos dados, que inclui fontes como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entre outras instituições ligadas ao tema.
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Os mapas podem ser baixados em diferentes extensões, como CSV, GeoPackage, GeoJSON e KML, e os usuários ainda podem escolher o fundo do mapa entre Global Land Analysis & Discovery (GLAD) e Bing Satellite.
“Com esse sistema, o Observatório BR-319 dá um passo importante na transparência e no acesso a dados socioambientais, ajudando a sociedade a acompanhar as mudanças na região de forma precisa, interativa e instigante. Sendo que este se mostra um instrumento útil para todos interessados e envolvidos com a temática.”, diz o secretário executivo do OBR-319, Marcelo da Silveira Rodrigues.
Até o momento, estão disponíveis três vídeos que apresentam o mapa interativo, mostram como visualizar as camadas e dados e falam sobre as fontes de dados. À medida que houver demanda dos usuários, o OBR-319 produzirá mais vídeos mostrando mais detalhes da plataforma.
SOBRE O OBSERVATÓRIO BR-319

Foto:Reprodução
O Observatório BR-319 é uma rede formada por 14 organizações da sociedade civil que atua na área de influência da rodovia BR-319, formada por 13 municípios, 42 Unidades de Conservação, 69 Terras Indígenas e um Território de Uso Comum entre os estados do Amazonas e de Rondônia.
As atividades desenvolvidas pela rede têm o objetivo de produzir informações sobre a rodovia e os processos necessários para um desenvolvimento inclusivo, com respeito aos direitos legais constituídos dos povos da floresta e de conservação dos recursos naturais.
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O OBR-319 também fomenta o protagonismo, a governança e a autonomia dos moradores de territórios locais. Portanto, é uma rede comprometida com o fortalecimento de ações que promovam o desenvolvimento sustentável no Interflúvio Madeira-Purus e, consequentemente, dos estados do Amazonas e de Rondônia. Para mais informações acesse https://observatoriobr319.org.br .