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Ônibus de acidente em Campinas não tinha autorização para viagem
Foto: Reprodução

Segundo a ANTT, veículo estava desabilitado para transporte interestadual de passageiros na modalidade fretamento

O ônibus que caiu no vão de um viaduto em Campinas, no interior de São Paulo, e deixou mais de 30 feridos, neste domingo (17/9), não tinha autorização para fazer o transporte interestadual de passageiros na modalidade fretamento.


A informação foi confirmada ao Metrópoles pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) por meio de nota.

 

A agência afirma que está à disposição das autoridades de segurança pública para apoiar as investigações.

 

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“Vale destacar que, nas empresas outorgadas pela Agência, quando ocorrem acidentes, existe a obrigação de comunicação dos fatos, e dependendo da causa, são abertos procedimentos para verificação das condições de segurança”, afirma a nota.

 

O veículo pertence à empresa Águia do Sul e levava passageiros de Diadema, na Grande São Paulo, para a cidade de Capitólio, em Minas Gerais. O Metrópoles tentou contato com o proprietário da empresa na manhã desta segunda-feira (18/9), mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.


Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o ônibus estava na Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340), quando invadiu o canteiro central, atingiu uma placa de sinalização e caiu no vão de um viaduto (veja fotos).

 

O acidente deixou 29 vítimas leves e duas em estado moderado. Outras 12 pessoas não tiveram nenhum ferimento. Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde das vítimas.


Equipes da Polícia Militar Rodoviária, do Corpo de Bombeiros, do Samu e da concessionária Renovias, que administra a estrada, estiveram no local e auxiliaram no atendimento aos passageiros e na liberação da via.


O caso é investigado pela Polícia Civil. Neste domingo, o proprietário da empresa de turismo, Gilmar de Oliveira, disse que ouviu dos policiais que atenderam a ocorrência que o motorista teria confessado que dormiu ao volante.

 

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O suposto depoimento não consta na primeira versão do boletim de ocorrência, obtido pela reportagem. 

 

Fonte: Metrópoles

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