Operação Escudo foi deflagrada pelo governo Tarcísio na Baixada Santista após assassinato de PM da Rota no Guarujá, em 27 de julho
O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirma ainda que prendeu líderes da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) e apreendeu 84 armas e 905 quilos de drogas no período de presença ostensiva da Polícia Militar na Baixada Santista. Do total de presos, 240 eram foragidas da Justiça por crimes que vão desde falta de pagamento de pensão a roubo à mão armada, sequestro e homicídio.
A SSP destaca que identificou e prendeu todos os envolvidos na morte do soldado da Rota nos primeiros dias de operação, entre 28 de julho e 2 de agosto. Autoridades policiais ligadas à investigação afirmaram ao Metrópoles que partiu do PCC a ordem para que Erickson David da Silva, apontado como autor do disparo que matou o policial, se entregasse.
O soldado da Rota Patrick Bastos Reis foi baleado durante patrulhamento na comunidade Vila Zilda, no dia 27 de julho. Ele foi atingido no tórax com um tiro de pistola 9 mm e não resistiu. Outro PM, que estava na mesma viatura, acabou sendo ferido na mão. Foi o primeiro assassinato de um policial em serviço da Rota, a tropa de elite da PM paulista, desde 1999.
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Após o assassinato do PM, o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite ordenou a Operação Escudo, com envio de 600 policiais para a Baixada Santista.
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Até agora, o governo Tarcísio não informou quando pretende encerrar a operação, que é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por causa das 22 mortes provocadas por PMs em supostos confrontos com suspeitos.
Fonte: Metrópoles