Segunda fase da Operação Sharks também cumpriu mandados de busca na Bahia, onde foram apreendidos relógios de luxo avaliados em R$ 2 milhões
São Paulo – Dois suspeitos de realizar operações financeiras para o Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos, na manhã desta terça-feira (129), em São Paulo, na segunda fase da operação Sharks, do Ministério Público (MPSP).
Os suspeitos, identificados até o momento como Dário e Márcio, estariam envolvidos na movimentação de R$ 100 milhões para a facção criminosa nos últimos três anos. Segundo o MP, eles fazem parte dos núcleos comandados pelos chefões Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, e Odair Lopes Mazzi Junior, o Dezinho.
Dezinho, preso em um resort de luxo no Nordeste, em julho, também foi alvo de um mandado de prisão preventiva, cumprido no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, zona oeste, nesta terça-feira.
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Apontado com um dos membros da cúpula da facção, Dezinho será transferido para o presídio de Presidente Venceslau, interior paulista, segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco.
Um quarto suspeito, cujo nome não foi informado, foi preso em flagrante, por porte ilegal de arma de fogo, durante o cumprindo de um dos 22 mandados de busca e apreensão, cumpridos também nesta terça, na capital e Praia Grande.
Outros quatro mandados de busca foram cumpridos na Bahia. Foram apreendidos documentos, celulares, computadores e 35 relógios de luxo, avaliados em R$ 2 milhões, de acordo com Gakiya.
Tuta, o outro suspeito de movimentar os R$ 100 milhões, foi expulso do PCC, por suspeita de desvio de dinheiro. Ele é considerado desaparecido oficialmente, mas o MPSP acredita que o criminoso foi assassinado.
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Os cumprimentos dos mandados de busca e apreensão e de prisão contaram com o apoio de 108 policiais das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota).
Fonte: Metrópoles