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Padre Kelmon ressurge e parte pra cima da Igreja Ortodoxa com processo inacreditável
Foto: Reprodução

Padre Kelmon disputou a eleição presidencial em 2022 pelo PTB, quando o partido teve o seu candidato principal, Roberto Jefferson, preso após atentar contra policiais federais. No pleito, Kelmon se tornou uma figura caricata e que foi memificada nas redes.

 

Apesar de caricato, Kelmon serviu de trampolim para o então candidato Jair Bolsonaro (PL), que buscava um novo mandatado presidencial.
Um dos fatores que serviu para transformar Padre Kelmon em uma figura controversa era o fato dele se apresentar sempre vestido com a batina dos líderes ortodoxos. Além disso, Kelmon não apenas utilizava a vestimenta dos líderes ortodoxos, como se apresentava como membro da Igreja Ortodoxa.

 

Porém, durante a eleição 2022 a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil emitiu uma nota onde afirmou que Kelmon não é membro da Igreja Ortodoxa.

 

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Passado o furor eleitoral, Padre Kelmon ressurge e move um processo contra a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil por danos morais. Em sua ação, o político pede uma indenização de R% 500 mil por danos morais e direito de resposta por causa da nota divulgada durante a eleição. As informações são do jornal O Globo.

 

 

PADRE KELMON É DESLIGADO DA IGREJA ORTODOXA DO PERU NO BRASIL



O Padre Kelmon (PTB), ex-presidenciável, foi desligado da Igreja Ortodoxa do Peru no Brasil, de acordo com informação divulgada em nota da própria instituição em publicação no Facebook assinada na quinta-feira (15) e publicada na última sexta-feira (16).


O Projeto Comprova apurou, em outubro, o histórico eclesiástico e político do então candidato e confirmou sua ligação com a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru, que tem representações em diferentes países, inclusive no Brasil.

 

“Decidimos canceladar (sic) a Provisão 0025/21 conferida ao Pe.Kelmon Luis da Silva. Também informamos que decidimos desencardinar (sic) do clero o Pe.Kelmon Luis da Silva e também o Pe.Lucas Soares Chagas.

 

Dessa forma, os mesmos ficam proibidos de ministrar os sacramentos e de falar em nome da Igreja Ortodoxa do Peru-Tradição canônica Síro Ortodoxa Malankara Indiana. Tudo que ligares na terra será ligado no céu, mas aquilo que desligarem na terra será desligado no céu. (Mateus 16:19)", diz a nota.

 

APÓS O DESLIGAMENTO

 

Com o desligamento, Padre Kelmon não poderá ministrar os sacramentos e não poderá falar em nome da Igreja Ortodoxa do Peru.

 

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O documento foi assinado por Mor Francisco Ángel Ernesto Móran Vidal, arcebispo metropolitano no Peru e autoridade máxima da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru, e o Mons. Miguel, de nome civil Phellype Thiago Martins, vigário episcopal no Brasil.

 

Fonte: Revista Fórum

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