Detalhe da camisa do Palmeiras para a temporada 2024
O Palmeiras reduziu a dívida com a Crefisa para R$ 20 milhões ao longo dos últimos três meses e aproxima-se da estimativa de quitar o débito ainda em 2024. Foram R$ 4,9 milhões abatidos neste início de ano, segundo o balancete e demonstrativo financeiro divulgado pelo clube - referente a março.
Os valores que têm sido abatidos são principalmente os do chamado passivo circulante, as dívidas de curto prazo e obrigações normalmente pagas dentro de um ano.
Esses valores caíram pela metade desde o balanço de 2023, em especial por causa da premiação da empresa após a conquista do título paulista deste ano.
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Passivo circulante com a Crefisa ao fim de 2023: R$ 10.390.000
Passivo circulante com a Crefisa ao fim de março de 2024: R$ 5.090.000
O passivo não circulante, que são as dívidas e obrigações de longo prazo - pagas em prazo superior a um ano, portanto - aumentou em R$ 369 mil nos últimos três meses, como parte de um processo de transformação de parte da dívida em curto prazo em longo prazo.
Os valores da dívida da Crefisa são referentes a contratações de atletas com aporte da patrocinadora, como aconteceu com nomes como Luan, Guerra, Carlos Eduardo, Dudu e Borja, por exemplo. Na época, em 2015, o clube se comprometeu a devolver os valores investidos.
Ficou documentado, em 2018, que o Palmeiras precisaria repor a quantia com acréscimo de juros baseados na taxa de CDI (Certificado de Depósito Interbancário) no seguinte acordo: se algum dos jogadores contratados com o aporte fosse negociado, o Verdão deveria devolver o valor com juros ao ser pago pela transferência.
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Se a quantia fosse menor que a investida, porém, ou se o atleta deixasse o clube ao fim do contrato, o Palmeiras tem dois anos para pagar o que deve. E um possível lucro ficaria com o clube.
Fonte: GE