Simão Peixoto está preso desde o dia 29 de maio quando se entregou à polícia
O Superior Tribunal Federal negou pela segunda vez o pedido de soltura do prefeito do município de Borba, Simão Peixoto, que está preso desde o dia 29 de maio no Complexo Penitenciário Anísio Jobim.
Os pedidos de liberdade e para que Simão Peixoto voltasse ao cargo de prefeito já haviam sido feitos no dia 1º de junho, mas ambos foram negados pelo STF.
Na tarde da última quarta-feira, 7, os advogados impetraram novo pedido de liberdade, mas o ministro Luiz Fux negou e manteve as decisões de prisão e afastamento de Simão Peixoto do cargo de prefeito do município de Borba.
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O grupo criminoso que era chefiado por Simão Peixoto
teria desviado mais de R$ 29 milhões dos cofres
da Prefeitura de Borba (Foto: Divulgação)
Simão Peixoto, a mulher dele Aldine Mirella, e outras dez pessoas foram os alvos da Operação Garrote, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas.
O prefeito do município situado a uma distância de 151 quilômetros de Manaus, é acusado de cometer fraudes em licitação, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, tendo conseguido fugir juntamente com a esposa no dia da Operação Garrote realizada no dia 23, mas se entregou no dia 29 de junho, quando já estava sendo considerado foragido de Justiça.
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Peixoto também é acusado de chefiar a organização criminosa que era composta por vários membros de sua família, agentes públicos, empresários, que juntos atuavam em esquema de fraude em licitações que desviaram mais de R$ 29 milhões da Prefeitura de Borba.