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Perdi parte de mim, diz pai de menina morta na casa do padrasto
Foto: Reprodução

A menina Isabela Dourado de Oliveira sofreu uma parada cardíaca supostamente após sofrer a violência sexual e não resistiu

O pai de Isabela Dourado de Oliveira, a menina de 4 anos que morreu após supostamente sofrer a violência sexual, lamentou o falecimento da filha. Nas redes sociais, ele se declarou para a menina e disse que “a ficha ainda não caiu”.

 

“Eu ainda não estou acreditando que você me deixou”, escreveu o homem que não terá o nome divulgado.


Isabela morreu na segunda-feira (5/2). O padrasto dela, Igor Fernandes Pereira Ayres, 22 anos, é suspeito de estuprar a enteada. O caso ocorreu na casa em que Igor morava com a vítima e a mãe dela em Taguatinga Sul.

 

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“Deus ganhou mais um anjinho do lado dele. E o céu mais uma estrelinha brilhante. Mas eu perdi uma grande parte de mim”, completou o pai de Isabela no desabafo nas redes sociais.

 

O pai, que não mora no Distrito Federal, ainda afirmou que a menina “sempre vai estar” com ele. “Nunca vou esquecer esse sorriso lindo que vc tem. Não consigo acreditar”, completou.

 

Segundo as investigações, a criança sofreu uma parada cardíaca supostamente após supostamente sofrer a violência sexual e não resistiu.

 

Durante o atendimento à vítima, um dos integrantes da equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) informou aos policiais militares acionados para atender a ocorrência que a criança apresentava sinais de abuso e violência sexual nas partes íntimas.

 

A 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) investiga o caso, inicialmente registrado como estupro de vulnerável com resultado em morte.

 

Igor e a mãe da criança estavam juntos havia nove meses, segundo o boletim de ocorrência. A criança e a mãe se mudaram do Rio Grande do Sul para o Distrito Federal em agosto de 2023.

 

No mês em que chegaram ao DF, as duas passaram a morar com a família de Igor. Em dezembro, os três se mudaram para o apartamento onde a criança foi encontrada morta, em Taguatinga Sul.

 

Igor não trabalhava, fazia faculdade e recebia pensão alimentícia do pai. Além disso, ele não tem registros de antecedentes criminais no Distrito Federal.


A mãe da menina contou à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que tinha saído para trabalhar quando deixou a filha com o companheiro, no apartamento.


Às 8h54, ela teria recebido uma ligação do namorado, dizendo que a criança tinha convulsionado e não reagia mais. Após ser acionada e ouvir testemunhas, a PMDF prendeu Igor.

 

À PCDF o suspeito contou ter ouvido um barulho no quarto e, quando correu para ver o que tinha acontecido, encontrou a criança se debatendo e espumando pela boca.

 

Ele alegou ter tentado fazer massagem cardíaca na enteada, mas a menina não reagiu. Vizinhos da família ouvidos pela polícia relataram ter ouvido, diversas vezes, a garota gritar e chorar quando estava só com Igor.

 

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Uma testemunha relatou, ainda, ter denunciado o padrasto da criança por “achar o comportamento dele muito suspeito”.
 

Fonte: Metrópoles

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