Cédulas serão analisadas e substuídas por novas em lento processo no Departamento do Tesouro, em Washington, EUA
O casal praticante da pesca magnética que fisgou um cofre com US$ 100 mil (cerca de R$ 530 mil) em notas enquanto praticava com ímã num lago do Queens, em Nova York (EUA), só poderão "ver a cor do dinheiro" no próximo ano.
O cofre foi retirado do fundo do lago por James Kane e Barbie Agostini em 31 de maio. Eles ligaram para a polícia de Nova York a fim de evitar qualquer problema legal com o achado. Agentes que foram ao local disseram ao casal que nunca tinham visto nada parecido. Sem ter como identificar o dono do cofre, que provavelmente foi roubado, os policiais autorizaram o casal a ficar com o que encontrou.
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O casal carregou na última sexta-feira (14/6) passada as suas riquezas enlameadas e encharcadas para o Departamento do Tesouro, em Washington, onde uma equipe de 11 pessoas passará até nove meses vasculhando o dinheiro encharcado e substituindo-o por novas notas.Quando terminarem, James e Barbie receberão a nova pilha de dinheiro, livre de impostos, de acordo com reportagem do "NY Post".
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O Departamento do Tesouro tem uma equipe no setor de Gravura e Impressão dedicada à situação estranha – mas não incomum – em que o casal se encontra. Muirtas vezes, especialistas lidam com dinheiro praticamente reduzido a pó que pessoas encontram enterrado nos seus quintais por algum ancestral.Teoricamente, o dinheiro do casal de pescadores com ímã é mais fácil de ser reposto. James só se arrepndeu de ter deixado para trás no parque notas que ela considerava irrecuperáveis. Não eram.
Fonte: Terra