Uma pesquisa selecionou as técnicas sexuais que mais contribuem para a satisfação das mulheres com um parceiro; confira
No início do namoro, não é preciso fazer grandes esforços para sentir aquele fogo intenso durante as relações sexuais. Com o passar do tempo, porém, é bastante comum que o “rala e rola” esfrie um pouco e a transa caia na rotina — se esse é seu caso, algumas técnicas sexuais podem ajudar.
De acordo com uma pesquisa realizada pela farmacêutica Zip Health, mais de 30% das mulheres que não discutem suas preferências e satisfação sexual com os parceiros relatam estar muito insatisfeitas com a qualidade do sexo que praticam.
Além de apontar o problema, a pesquisa trouxe boas-novas, e selecionou as técnicas que mais contribuem para a satisfação sexual das mulheres com um homem. Veja os resultados:
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Beijos e toques íntimos: 65%;
Sexo oral (dar/receber): 60%;
Estimulação manual por um parceiro: 50%;
Estimulação do mamilo: 30%;
Uso de brinquedos sexuais (vibradores, dildos, etc.): 30%.
A ginecologista e especialista em sexologia clínica Kássia Rita Lourenceti aponta que o senso comum, somados a fatores como a educação, a pornografia e a literatura, nos fazem acreditar que o sexo mais prazeroso é aquele com penetração vaginal. A realidade, no entanto, é bem mais ampla.
“Ao olharmos os aspectos biológicos do corpo da mulher, essa teoria cai por terra imediatamente. A grande maioria das mulheres só tem prazer no estímulo do clitóris, que normalmente não ocorre na penetração.”
EXISTE ROTEIRO?

Segundo a especialista, as técnicas para um bom sexo não devem ser fixas, o que faria justamente a intimidade cair na rotina. “É necessário um roteiro, uma fantasia, uma brincadeira? Sim. Mas esse roteiro deve ser fluido.”
SEXO VAI ALÉM DE PENETRAÇÃO

Fotos: Reprodução
A sexóloga acrescenta que nem todo mundo gosta da penetração e, por isso, é importante ter outras possibilidades em mente, como o sexo oral. “Além disso, é importante lembrar que a mulher é holística, não adianta tocar lá [na vagina] e esquecer o resto do corpo.”
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Fonte: Metrópoles