Vaneza Lobo estava lotada na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e foi morta na porta de casa
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, declarou neste sábado que a PF irá auxiliar, com o reforço na área de inteligência e com equipamentos, nas investigações da morte da policial militar Vaneza Lobo, que foi atingida por tiros na porta de casa, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
– Nesses casos, nosso trabalho se dá na troca de informações de inteligência policial que possam contribuir com a PC/RJ (Polícia Civil do Rio de Janeiro), além de equipamentos e sistemas – disse o chefe da PF ao GLOBO.
Mais cedo neste sábado, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, havia dito que orientou a " Polícia Federal a ajudar nas investigações, de competência das autoridades estaduais".
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Em mensagem publicada nas redes sociais, o ministro também lamentou "o terrível crime cometido contra a policial Vaneza Leão, no Rio de Janeiro" e prestou solidariedade "à família e aos colegas da corporação".
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, afirmou que a pasta já havia reforçado a PF no Rio. O estado vive uma crise na segurança pública após ataques orquestrados por milicianos.
–Já reforçamos a PF no Rio. Eles vão apoiar – disse ao GLOBO.
A policial tinha 31 anos, trabalhava na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e investigava a milícia. O crime ocorreu por volta das 21h30 da última sexta-feira. Segundo relatos dos familiares, ela estava prestes a ir para a academia. Os criminosos já estavam esperando por ela.
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O governador do Rio, Cláudio Castro (PL-RJ), publicou um vídeo nas redes sociais em que disse que determinou "que a investigação seja feita imediatamente".
Fonte: O Globo