Desde a última sexta-feira, o grupo de WhatsApp do PL virou palco de uma confusão com mensagens exaltadas de bolsonaristas contrários à reforma tributária ante deputados da bancada favoráveis à PEC do governo que alterou as regras de tributação.
Mais enfático nos ataques, segundo os próprios deputados, Vinícius Gurgel (AP) não só defendeu a votação, como passou a reclamar de “extremistas” e da perseguição aos 20 parlamentares favoráveis à reforma.
Quem teve acesso às mensagens, viu que Gurgel apelou ao expôr os ‘podres’ dos deputados mais radicais, como fez com Gustavo Gayer (GO), ao rememorar um processo antigo ao qual o parlamentar respondeu por dirigir alcoolizado.
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Gurgel, no entanto, já admitiu ter assinado a renúncia à uma vaga no Conselho de Ética da Câmara sob efeito de álcool e remédio controlado. Em 2016, após pedir para sair do colegiado para dar lugar a outro membro em um movimento que tentava barrar o processo contra Eduardo Cunha, Gurgel justificou estar ter misturado vinho e rivotril.
A confusão no grupo do PL se arrastou pelo final de semana e levou Altineu Côrtes, líder da bancada na Câmara, a tirar a permissão de envio de mensagens dos parlamentares, que só foi liberada nesta segunda-feira, dia do aniversário de Eduardo Bolsonaro.
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Fonte: O Globo