Após demonstrar preocupação com o paradeiro de Sabrina Luiza de Souza, mais conhecida como MC Sabrina, a cantora Pocah está usando seu perfil redes sociais para chamar atenção das autoridades para o caso.
Considerada uma das precursoras do funk melody, Sabrina não é vista em público há meses e seu post mais recente no Instagram, uma selfie, foi publicado em setembro do ano passado. Nesta semana artistas e fãs começaram a se mobilizar em busca de notícias sobre a cantora. Há suspeitas de que ela esteja sendo mantida em cárcere privado por familiares ou, ainda, doente.
Ao Metrópoles, Pocah contou que está em contato com duas pessoas que se relacionaram com MC Sabrina. “Um é ex-marido e ex-empresário [DJ Júnior da Providência] e outro é ex-namorado. Os dois alegam que a família não deixa que eles a vejam.
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Que vão na casa dela e falam que ela não está”, contou.Pocah ainda enviou o link da gravação de um podcast de abril de 2022, em que Junior faz graves acusações ao padrasto de Sabrina, Aguinaldo. Ele diz que o homem chegou a furtar a casa que ele dividia com Sabrina, quando ainda estavam juntos, e que tem “dopado” a artista.
Em outro vídeo, de junho de 2022, o ex-marido da funkeira acusa Aguinaldo de tê-lo ameaçado de morte e faz um apelo. “Peço ajuda a todos para ajudar a MC Sabrina a sair das garras desse monstro que está acabando com a vida da menina”.
POLICIA NAO ESTA CONSEGUINDO INVESTIGAR O CASO
Em junho de 2022, a vereadora carioca Verônica Costa (PL) apareceu em um vídeo no Tik Tok, ao lado da delegada Gabriela Von Beauvais, para falar sobre o paradeiro da MC, que já era questionado por fãs e pessoas próximas. Na ocasião, Von Beauvais afirmou que a Polícia Civil havia aberto uma investigação para apurar o caso. A conclusão da apuração, contudo, não foi divulgada.
O portal entrou em contato com a parlamentar, que informou ter tido conhecimento do caso por meio do DJ Júnior. “Fomos até a Central de Deams para fazer a denúncia e fomos encaminhados para a Deam do Centro. Desde então, nosso maior trabalho tem sido procurar as testemunhas para acompanhá-las com o meu jurídico para depor”, afirmou.
“Sem as testemunhas a polícia não está conseguindo investigar o caso. Precisamos fazer uma corrente para que as testemunhas se apresentem para depor e para que a gente entenda o que está acontecendo com a Sabrina.
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Precisamos das testemunhas para ajudá-la”, completou.A Polícia Civil do Rio de Janeiro tem outra versão. O Metrópoles também entrou em contato a corporação para obter informações sobre a investigação. Em resposta, a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro disse, sem dar mais detalhes, que o “inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça”.
Fonte: Metrópoles