O traficante estava jurado de morte por uma facção criminosa rival e era foragido da Justiça do Amazonas
A Polícia Civil do Estado de Santa Catarina informou que quatro pessoas já estão presas acusadas de envolvimento na morte de Marcos Gama Barroso, o “Marcola”, executado com mais de 15 tiros em frente a uma creche na cidade de Indaial, no Vale do Itajaí, na manhã desta terça-feira 5.
Os suspeitos foram encontrados nas cidades de Registro e Itapecerica da Serra, no Estado de São Paulo.
Ao longo de todo o dia, testemunhas foram ouvidas. Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal trabalharam juntas para identificar e prender os homens, que além de tirar a vida de Marcola deixaram duas pessoas feridas.
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Uma mulher de 43 anos e a uma criança de 3 anos, mãe e filha que. chegavam na UEI Hilário Buzzarello no momento do tiroteio. As duas foram hospitalizadas, mas passam bem.

"Marcola" foi executado dentro de seu carro com mais
de quinze tiros quando deixava a filha de
3 anos na creche (Foto: Divulgação)
De acordo com o delegado Filipe Martins, que preside o inquérito, Marcola possuía vínculo com uma organização criminosa e tinha mandado de prisão ativo pelo crime de homicídio.
Informações preliminares dão conta de que a vítima vinha sendo ameaçada de morte há algum tempo, por ter trocado de organização criminosa, o que teria desagradado o grupo rival.
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Desde então, Marcola era perseguido pelo grupo criminoso. Para despistar o bando, o homem, acompanhado da mulher e do filho, decidiu morar em Santa Catarina e, ao longo dos últimos anos residiu em várias cidades da região. “Marcola” tinha histórico de envolvimento com o tráfico de drogas, segundo a polícia.