Líderes, financiadores e demais participantes dos atos nas estradas poderão responder por crimes previstos no código penal
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (6/9), a Operação Parada Obrigatória, para aprofundar as investigações e a coleta de provas referentes aos financiadores de movimentos que bloquearam rodovias federais após as eleições presidenciais de 2022.
As equipes cumprem 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal de Mato Grosso, nos municípios de Pontes e Lacerda (MT) e Campo Grande (MS).
Segundo a PF, no contexto da prática de atos antidemocráticos ocorridos após as eleições, houve o bloqueio da Rodovia BR-174 por manifestantes que, segundo as apurações, teriam agredido e ameaçado motoristas que tentavam furar os pontos de bloqueio, além da reiterada desobediência a policiais que buscavam liberar o trânsito.
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Os líderes, financiadores e demais participantes desse movimento podem responder por crimes previstos no código penal, entre eles: constrangimento ilegal, lesão corporal, incitação ao crime, associação criminosa, abolição violenta do estado democrático, entre outros. Essas penas, somadas, passam de 13 anos de prisão.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) bloqueiam, desde a noite desse domingo (30/10), a BR-040, na altura dos kms 19 e 40, próximo aos municípios goianos de Luziânia e Cristalina, respectivamente
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Os materiais apreendidos serão submetidos à análise e perícia para prosseguimento das investigações com o objetivo de identificar e apontar elementos de responsabilização de todos os envolvidos nas ações criminosas.
Fonte: Metrópoles