Jairo: com arma e roupa militar (à esquerda) e na hora da prisão em 2022
A Delegacia de Homicídios da capital investiga se Jairo Batista Freire, conhecido como Caveira, foi morto neste sábado em Três Pontes, em Paciência, na Zona Oeste do Rio. Segundo investigações, o bandido é homem de confiança de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, e estaria auxiliando no comando dos negócios após a prisão do miliciano, que se entregou na véspera do Natal. Jairo deixou a prisão em outubro do ano passado.
No fim da noite de sábado, a Polícia Militar ainda procurava o corpo de Jairo e não havia confirmação se a pessoa morta, cujas fotos circulavam pelas redes sociais, seria mesmo o miliciano. Informações extraoficiais davam conta de que o mandante do crime seria Pepito, outro comparsa de Zinho, e teria como motivo o fato de Jairo ter matado o filho de Antônio Carlos dos Santos Pinto, o Pit (outro miliciano morto na guerra do grupo), de 9 anos.
Desde que Zinho se entregou, outras cinco pessoas morreram em ataques na Zona Oeste e na Baixada Fluminense. Entre eles, Pit, de 44 anos, apontado como braço direito de Zinho, e o filho dele. A criança estava no carro do pai quando houve a emboscada na comunidade Três Pontes, mesma onde Jairo teria sido morto.
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De acordo com as investigações, Pit era um dos responsáveis pelas finanças do grupo de Zinho. Ele possuía duas anotações criminais, uma por formação de quadrilha e outra por porte de arma.
Pit chegou a ser preso pela Polícia Civil em maio de 2019, mas foi solto em setembro do ano passado. A prisão havia sido feita por policiais da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas(Draco).
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Ao se entregar na sede a Polícia Federal, Zinho não deixou um sucessor. Pelo menos seis comparsas teriam dividido sua área de atuação - partes da Zona Oeste e da Baixada. Jairo, que ficou na cadeia de janeiro de 2022 até outubro de 2023, seria uma espécie de braço operacional armado do grupo.
Fonte: Extra