O sargento PM Bruno Bento do Nascimento, lotado no Batalhão de Choque, e que tem um acautelamento de uma pistola Glock, calibre 40, pertencente a Polícia Militar, registrado em seu nome, já está em liberdade.
Ele havia sido preso administrativamente, por um prazo der três dias, na última terça-feira, após a mesma arma ter sido encontrada com o miliciano Matheus da Silva Rezende, o Faustão ou Teteus.
Horas depois do paramilitar ter sido morto durante um tiroteio com policiais civis, o militar registrou a perda do armamento na 110ªDP (Teresópolis).
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Segundo a Polícia Militar, o sargento foi afastado do serviço de policiamento e não está exercendo a função policial militar. A PM confirmou que o policial está sendo submetido a um Processo Administrativo Disciplinar.
No fim do procedimento, um conselho de disciplina, formado por oficiais, irá decidir se o praça permanecerá ou não nos quadros da instituição. Ainda segundo a Polícia Militar, a corregedoria acompanha o caso e está colaborando com investigações feitas pela Polícia Civil.
O registro do desaparecimento da arma foi feito na 110ª DP (Teresópolis) às 23h08 desta segunda-feira, quando o sargento relatou que "não tem ideia" de onde perdeu o armamento, nem quando isso aconteceu. Nos seus cálculos, o extravio teria ocorrido em algum momento nos últimos 15 dias.
Além da arma de fogo pertencente à Polícia Militar, dois carregadores, com 28 munições, também foram extraviados, segundo o PM. Ainda na delegacia, ele contou estar de férias e disse que a perda deu-se nesse período, no mês de outubro.
Faustão, também conhecido como Teteus, era integrante da milícia de Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, de quem também era sobrinho. Considerado o sucessor do tio, e o segundo na hierarquia da milícia da Zona Oeste, o miliciano foi morto durante incursão da Polícia Civil, que reuniu integrantes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Polinter e unidades especializadas, nesta segunda-feira.
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Fotos:Reprodução
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Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu, além da pistola Glock, dois fuzis, carregadores, munição para fuzil, coletes balísticos e celulares. Após a morte do miliciano, 35 ônibus e um trem foram atacados queimados por pessoas que cumpriam ordens de paramilitares. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Inquéritos Especiais (Draco-IE).
Fonte:Extra