A garota de programa Sara Maia, de 42 anos, que teve a própria morte filmada por uma câmera de segurança, havia instalado o equipamento por questões de segurança, especialmente para se proteger contra situações de roubos e agressões. Sara era travesti.
A câmera, instalada no quarto dela, acabou captando o assassinato dela e o momento em que um cliente a asfixiou com um mata-leão. A morte se deu em 2020, no apartamento da vítima, em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo.
O corpo de Sara Maia teria sido deixado na cama de modo a dar a impressão de que a causa da morte havia sido natural. O principal suspeito é Mike Augusto Gonçalves Brunelli, preso na quarta-feira (15), quase três anos após o crime.
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Durante interrogatório, Mike confessou o crime e alegou que matou a vítima em razão da mesma estar nervosa e alterada, segundo a polícia. De acordo com o boletim de ocorrência, o crime teve "requintes de crueldade e malvadeza, demonstrando a frieza e desumanidade de seu algoz".
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O crime não possuía testemunhas e não havia nenhum suspeito. Porém, um dos policiais notou um objeto brilhante no quarto da vítima e a câmera instalada por Sara Maia foi encontrada. A polícia já pediu a prisão temporária do suspeito. O R7 não conseguiu localizar possível advogado de defesa de Mike.
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Fonte: R7