Osmar Galvão (à esquerda) e Heitor Rodrigues vão torcer muito pela seleção brasileira
Hoje em dia a seleção não está tão nos braços do povo quanto já esteve em outros tempos. Mas o amor pela pela equipe do Brasil existe. Porém, se tem algo mais forte, ele é o “clubismo”. Por isso, no jogo contra o Uruguai, neste sábado, às 22h (de Brasília), valendo vaga na semifinal da Copa América, o time comandado pelo treinador Dorival Júnior tem garantido o apoio de uma “Nação” de 43 milhões de torcedores: a rubro-negra.
Em caso de vitória do Brasil e consequentemente eliminação celeste, o quarteto de uruguaios do Flamengo convocado — Arrascaeta, De La Cruz, Viña e Varela —, retornará mais cedo. Vale lembrar que o chileno Pulgar, outro que esteve na Copa América, já voltou ao rubro-negro após a eliminação de sua seleção.
— A gente torce mesmo é para a seleção brasileira ganhar do Uruguai, para os nossos uruguaios voltarem — confessou o publicitário Osmar Galvão, de 38 anos, sem esconder as segundas intenções: — Acho que desde a Copa de 2014, no Brasil, no 7 a 1, que não tem essa mobilização em torno da seleção.
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Foto: Arquivo Pessoal
Osmar, que tem uma página no Instagram sobre o rubro-negro chamada “Meu Fla”, conta que já separou um combo de memes para a torcida pela seleção, como foto com a camisa do Brasil por cima da camisa do Flamengo.
Também criador de conteúdo sobre o Flamengo, Heitor Rodrigues, de 24 anos, conta que, em outras ocasiões, já até secou o Brasil por ter desfalcado o rubro-negro.
— Eu até torço pela seleção, mas não é algo que me move. Não mexe comigo se perde ou não na Copa América. No caso do Flamengo é diferente. O meu dia a dia é ditado pelo time, tenho até tatuagem. Nesta Copa estou com a seleção. Estamos aliados, mas em outras disputas, em que jogadores do Flamengo eram convocados, eu nunca tive dúvida em torcer contra — disse o publicitário.
Já o estudante de engenharia de produção Vinicius Rodrigues (23 anos) foi além. Ele contou que nunca curtiu assistir à seleção e, no duelo hoje, será apenas a segunda vez que torcerá pela equipe brasileira. A primeira foi por causa de um jogo online cujos atributos dos jogadores virtuais é afetado diretamente pelo desempenho dos atletas na vida real.
— Voltei a torcer para a seleção por dois motivos: um foi na partida contra a Colômbia, porque uma carta do João Gomes no Fifa ficaria melhor se ele jogasse bem e o Brasil ganhasse. E a gora, para a seleção derrotar o Uruguai — disse o estudante.
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Caso o Uruguai avance, o quarteto ficará até o fim da Copa América, pois, mesmo em queda na semifinal, existe a disputa do terceiro lugar, no próximo sábado, dia 13. A campanha do Flamengo sem eles, porém, deixa os rubro-negros menos preocupados. Foram cinco vitórias, um empate e apenas uma derrota neste período, que fizeram o time de Tite abrir vantagem na liderança do Brasileirão.
Fonte: Extra