Com sua fama de valentão e comportamento agressivo prefeito de Borba foi parar atrás das grades do Sistema Penitenciário
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta segunda-feira, 6, a concessão de Habeas Corpus para soltura de prefeito do município de Borba, Simão Peixoto, que está preso preventivamente por um período de 15 dias no Centro de Detenção Provisória Masculino, em Manaus.
A prisão do prefeito foi decretada na última sexta-feira, 3, a pedido do Ministério Público do Amazonas (MPA), pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas, Alselmo Chixaro.
O pedido de Habeas Corpus impetrado pelos advogados de Simão Peixoto foi negado pelo ministro relator da 5ª Turma do STJ, Joel Ilan Paciornik.
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NOTÍCIA URGENTE! Prefeito de Borba, Simão Peixoto, é preso por determinação da justiça
Vereadora enfermeira Tatiana foi uma das vítimas da valentia,
ameaçadas e difamações do prefeito valentão de Borba Simão Peixoto
A prisão do prefeito de Borba há quatro dias atrás foi motivada pelas ameaças e difamações feitas por ele à vereadora Enfermeira Tatiana em quem ele prometeu “dar uma ripada” na parlamentar, durante uma reunião política com seus correligionários em Borba, em novembro do ano passado.
Simão Peixoto é o prefeito mais polêmico de todo o interior do Estado do Amazonas, com sua fama de valentão e já chegou ao ponto de agredir o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade do União Brasil.
O prefeito agressor aplicou um soco no rosto do presidente da Aleam, em setembro do ano passado, quando o deputado Roberto Cidade fazia parte da comitiva do governador Wilson Lima durante um evento político no município de Borba.
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Simão Peixoto vai permanecer preso e afastado
do cargo de prefeito de Borba (Fotos: Divulgação)
Passados dois meses da agressão do prefeito de Borba ao presidente da Aleam, ele foi novamente denunciado, desta vez pela vereadora Enfermeira Tatiana, que registrou o boletim de ocorrência das ameaças e difamação na sede da Delegacia Geral da Polícia Civil do Amazonas.
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Após ser negado o Habeas Corpus pelo STJ o prefeito vai continuar preso no Centro de Detenção provisória Masculino e permnecerá afastado do cargo por 30 dias, por determinação do desembargador Anselmo Chixaro, que atendeu pedido do Ministério Público do Amazonas no mesmo dia em que decretou a prisão de Simão Peixoto.


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