Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - A posição levada a Brasília por prefeitos-fazendeiros e garimpeiros com assento no núcleo diretivo da Associação dos Municípios Amazonenses, com a ajuda do deputado federal Átila Lins (PSD) e do senador Eduardo Braga(MDB), foi contestada por lideranças rurais e indígenas do sul do estado do Amazonas.
O prefeito de Lábrea, Gean Campos de Barros (MDB), segundo informações, no passado recente foi denunciado por crimes ambientais e trabalho análogo à escravidão - com uso inclusive de mão de obra de crianças - em propriedades suas na região do Purus e sul do município. À época, o sogro dele - já falecido - também respondeu a processo na Justiça sob a mesma acusação.
Além do emedebista Gean Barros, prefeitos de Apuí, Manicoré, Novo Aripuanã, Canutama, Tapauá, Boca do Acre e Beruri e outros dirigentes da Associação de Municípios do Amazonas (AAM) são ligados ao agronegócio, à exploração de madeiras, à criação de gados e à mineração ilegal.
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Prefeito foram a Brasília também, apoiados pela bancada amazonense no Congresso, como o objetivo de reverterem multas aplicadas pela fiscalização do Ibama. Segundo fontes do "PORTAL DO ZACARIAS", mesmo com o apoio de deputados e senadores, os prefeitos não obtiveram êxito, até porque “foram pêgos em flagrantes e autuados por crimes ambientais”.
Prefeitos e ex-prefeitos, fazendeiros e garimpeiros do Amazonas pretendia, no último caso, conseguir ao menos a redução do valor das multas e levar à leilão o próprio gado confiscado, uma vez que o Ibama, como órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), poderia revisar as autuações.
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