Prefeitura de Manaus
Dando continuidade às obras de transformação urbana, turística e de melhoria de qualidade de vida, a Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), informa que o acesso ao mirante do futuro “Parque Encontro das Águas - Rosa Almeida”, localizado no Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste, ficará limitado apenas para operários e equipe técnica da intervenção urbanística a partir desta terça-feira (2/1).
Os tapumes da obra estão sendo instalados não apenas para a intervenção, mas para garantir a maior segurança de visitantes que iam ao espaço sem estrutura, uma vez que no momento não há gradil de proteção junto ao talude que dá visão ao Encontro das Águas.
A obra da prefeitura foi licitada, tem prazo de execução de 12 meses e conta com projeto assinado pelo premiado arquiteto Oscar Niemeyer, sendo um marco para o turismo da capital amazonense, uma vez que contemplará um dos principais pontos turísticos da cidade.
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“Fico muito feliz em poder autorizar essa obra, sendo de um icônico mestre da arquitetura brasileira e mundial, que agora terá a sua assinatura em Manaus”, enfatizou o prefeito David Almeida.
O projeto foi licitado, tendo como vencedor o Consórcio Encontro das Águas, formado pelas empresas F N Crespo Neto e Cia Ltda. e RED Engenharia Ltda.
“Para preservar os habitats naturais ao longo da vista, o projeto cria oportunidades de lazer, contemplação e educação ambiental na paisagem natural com os rios, a vegetação deslumbrante verde e a altura do platô. Tanto a proposta de Niemeyer, de 2005, quanto a do Implurb, de 2021, seguem os critérios para a proteção da dimensão cênica do Encontro das Águas, com áreas de livre circulação e contemplação, valorização do fenômeno e de proteção à paisagem e permeabilidade visual, numa simbiose natureza e homem”, comentou o diretor-presidente do Implurb, engenheiro Carlos Valente.
Para construir o parque Rosa Almeida e atualizar sua acessibilidade e importância em uma zona carente de espaços urbanos públicos de qualidade, a prefeitura anunciou que a obra terá restaurante, pavilhão multiuso, pista de caminhada, entre outros mobiliários, e amplo paisagismo.
O ambiente terá duas edificações, uma para acomodar a guarita/área administrativa próxima ao pórtico de entrada, e outra de múltiplo uso, possuindo dois quiosques e banheiros públicos, para dar conforto e atendimento aos frequentadores e turistas, além de mobiliários urbanos. Nessa implantação se optou em ter uma grande quantidade de áreas de jardins, com paisagismo focado em espécies nativas, desde grandes arbóreas até arbustos.

Foto: Phill Limma / Semcom
PROJETO
O projeto original de Niemeyer foi desenvolvido em 2005, no seu escritório no Rio de Janeiro, contendo um museu e um restaurante que totalizam 1.800 metros quadrados de área, que ganhou ampliação e atualização, inclusive para acessibilidade universal, expandindo o conceito para parque urbano, desenvolvido pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), em 2021, totalizando uma área de implantação de 17.533,18 metros quadrados.
O parque tem a função de se estabelecer como uma nova referência em opção de lazer, turismo local, nacional e internacional, aproveitando todo o potencial paisagístico natural oferecido pela área, que vai ganhar estrutura, mobiliários urbanos e estacionamentos durante a obra, conciliando urbanização e o meio ambiente na Amazônia.
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O parque terá ainda guarita e área administrativa, pórtico de entrada, espaço multiuso, quiosques, banheiros públicos e estacionamentos, com todo o espaço prevendo acesso a Pessoas com Deficiência (PcDs). As áreas ao ar livre vão incluir academia ao ar livre, playground e playpet.