Não bastasse a derrota para o Internacional, no Beira-Rio, o Grêmio precisou lidar com outra situação que gerou incômodo no clube. Após a partida, o técnico Renato Portaluppi não compareceu a coletiva devido a um compromisso particular. O ídolo do Imortal tinha uma viagem agendada para o Rio de Janeiro.
Quem precisou fazer o papel do comandante tricolor foi Alexandre Mendes, auxiliar técnico. Após as falas do profissional, Alberto Guerra, presidente do Grêmio, fez um breve posicionamento sobre o ocorrido com Renato.
- Do segurança ao presidente, do faxineiro ao CEO, ninguém no Grêmio concordou com essa decisão. Foi uma decisão unilateral do treinador. Entendemos, ele tem compromisso amanhã de manhã.
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Achamos que ele deveria estar aqui dando suas explicações, mas é uma decisão que ele tomou e internamente vamos avaliar isso - disse. Guerra fez questão de expressar seu descontentamento com a atitude do técnico do Grêmio, mas preferiu um tom moderado quanto a possíveis punições para Renato.
- Importante que eu expresse que o presidente não está de acordo, que o Conselho de Administração não está de acordo. O que se pode fazer? Demissão? Obviamente não, não é o caso, seria punir o time, ele está indo muito bem, fazendo excelente trabalho, mas tomou uma atitude contrária ao que achávamos melhor - ressaltou.
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Com a derrota, o Grêmio viu o Botafogo, líder do Brasileirão, abrir 11 pontos de vantagem. A equipe volta a campo apenas no dia 18 de outubro, quando encara o Athletico, na Ligga Arena, em Curitiba.
Fonte:Terra