Vai perder o emprego: Lucas Bove bateu boca com Camila Lisboa, presidente do sindicato dos metroviários, que o chamou de agressor
O deputado estadual Lucas Bove (PL) bateu boca com a presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Camila Lisboa, na frente da Bolsa de Valores, a B3, no centro de São Paulo, no fim da manhã desta terça-feira (29/10).
A discussão ocorreu durante o leilão que definiu o primeiro lote de escolas estaduais que serão construídas e geridas pela iniciativa privada em São Paulo.
Tudo começou quando Camila chegou perto do deputado e fez um vídeo para o Instagram, chamando Bove de “privatista” e “agressor”, citando as denúncias de violência doméstica contra a influenciadora Cíntia Chagas, ex-mulher dele.
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O deputado entra na B3 e, também grava um vídeo, que publicou em suas redes sociais, afirmando que vai “privatizar o estado inteiro”.
“Já enfrentamos manifestante aqui na porta, meia dúzia de gato pingado, porque nós vamos privatizar o estado de São Paulo inteiro. Vamos privatizar escola, vamos privatizar o Metrô para ‘pelegada’ perder emprego. Vamos privatizar a Fundação Casa, vamos privatizar tudo no estado de São Paulo. Absolutamente tudo”, afirmou.
Lucas Bove foi ao local como convidado. Ele não tem nenhum cargo no governo de São Paulo que possa determinar ou não que alguma empresa pública seja privatizada.
Camila Lisboa retrucou o deputado e afirma que “não iria apostar nada”, pois não faz “aposta com agressor de mulher. Você vai ser preso porque você bate em mulher”.
Em resposta, Bove diz que Camila “vai perder a boquinha. Vai trabalhar, presidente do sindicato”.
O Consórcio Novas Escolas Oeste SP, que tem como empresa líder a Engeform Engenharia, venceu o leilão das 17 escolas do Lote Oeste e receberá o valor total de R$ 3,38 bilhões ao longo dos 25 anos de contrato.
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Grupos contrários à privatização de escolas públicas no estado protestaram contra o leilão promovido pelo governo Tarcísio de Freitas do lado de fora da B3. Entre os participantes do ato estavam os representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.
Fonte: Metrópoles