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Procuradoria do STJD denuncia John Textor; confira possível pena
Foto: Reprodução

John Textor, dono do Botafogo, é alvo de nova denúncia da Procuradoria do STJD. O norte-americano será julgado pelas manifestações sobre manipulações de resultados no Campeonato Brasileiro. Segundo o documento, o dirigente é enquadrado cinco vezes no artigo 243-F e uma no 221, com isso, a pena máxima pode ser 810 dias de suspensão e até R$ 500 mil em pagamento de multa.

 

Após a entidade analisar as provas apresentadas, o dono da SAF foi novamente notificado. O mesmo terá que apresentar uma defesa e responder 35 perguntas formuladas pelo Auditor Processante, que integram a investigação.

 

PENA: multa, de R$ 100 a R$ 100 mil e suspensão de uma a seis partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, e suspensão pelo prazo de quinze a noventa dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural.

 

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PENA: suspensão de quinze a trezentos e sessenta dias à pessoa natural ou, tratando-se de entidade de administração ou de prática desportiva, multa de R$ 100 a R$ 100 mil.

 

Em março, o presidente do Botafogo apresentou ao STJD, para apreciação no inquérito, provas de que os jogos do Campeonato Brasileiro estariam sendo manipulados. No mês seguinte, publicou um texto em seu site afirmando que o jogo entre Palmeiras e São Paulo foi manipulado.

 

A Procuradoria Geral da Justiça Desportiva, do Palmeiras, do São Paulo, do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo e da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, fez um pedido para o inquérito fosse aberto após os episódios, para que pudessem apurar as alegações de manipulação de resultados feitas por Textor. A conclusão do inquérito, após a análise do material, sugeriu que o dirigente fosse penalizado em seis anos de suspensão e multa de R$ 2 milhões.

 

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A entidade analisou as provas que Textor diz ter e as julgou como "imprestáveis" e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros. Além disso, "foram constatadas infrações contra a ética desportiva e a motivação pessoal na solicitação da instauração do inquérito", conforme a publicação.

 

Fonte:Terra

 

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