A professora Samantha Vitena, que foi expulsa de voo da Gol, disse que o episódio a afetou bastante e que ainda está tentando digerir tudo que aconteceu. “Os testemunhos e vídeos têm me ajudado a entender. Fiquei bastante abalada, mas tenho recebido todo suporte e bastante apoio.
Ainda não consegui responder todas as mensagens. ”, declarou ela, em entrevista ao Encontro, da TV Globo, nesta segunda-feira, 1º. Durante a entrevista, a professora relatou como foi a discussão com o comissário. Segundo ela, o funcionário da Gol pediu para que sua mochila fosse despachada.
A passageira disse que não poderia por causa do computador que estava no local. Após isso, o comissário insistiu para que a professora despachasse a mochila. Samantha, então, se levantou e com a ajuda de outro passageiro arrumou um espaço adequado para sua mala.Em seguida, a professora sentou na cadeira e aguardou o avião - que já estava com o voo atrasado - decolar.
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Porém, foi abordada pelos policiais, que informaram que caso ela não deixasse a aeronave estaria cometendo um crime. “Quando ele falou do crime, levantei para me retirar e falei para os demais passageiros. Perguntei se eu fiz alguma coisa que me tirasse do avião e as pessoas falavam que eu não tinha feito nada”, contou ao programa da Globo.
Na delegacia, Samantha Vitena teve que assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência, o que ela afirma não ter entendido, visto que obedeceu as ordens dos policiais e se retirou.
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Ainda digerindo a situação e com assistência jurídica, ela avalia como poderá recorrer. “Espero que isso não volte acontecer, essa história não é só sobre mim, é sobre todas as pessoas que passaram e passam por esse tipo de situação. Espero que essas pessoas sejam responsabilizadas e isso não volte acontecer”.
Fonte:Terra