Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Numa troca de ideias sobre como ter acesso mais rápido ao Judiciário, professores da rede de ensino fundamental e médio do interior do Estado chegaram à conclusão que para receberem o abono do Fundeb e Fundef devem ir a Brasília.
A revelação foi feita, no sábado 15. Sobre o assunto, professores classificaram o caso “como mais um calote contra servidores e professores da educação básica do interior do Estado”. Professores e servidores devem ir à Procuradoria Geral da República (PGR-DF), Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas da União (TCU), à Controladoria Geral da União (CGU), ao Departamento de Polícia Federal (DPF-DF) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
No caso de decisões não tomadas em relação ao calote no rateio do Fundeb e Fundef, nos municípios de Lábrea, Beruri, Tapauá, Pauini e Boca do Acre, na Calha do Purus, professores e servidores já se articulam para que as denúncias não cheguem mais às Promotorias, e sim ao Judiciário Federal, à Procuradoria Geral da República (PGR), Polícia Federal (DF), TCU-DF, CGU-DF e ao ministro da Educação, Camilo Santana.
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No caso específico do município de Lábrea, o secretário de Educação e Cultura (Semec), Jesus Batista de Souza - servidor cedido à prefeitura com ônus ao Tribunal de Justiça do Estado -, é acusado desde 2021 de monitorar autores de ações trabalhistas, previdenciárias e de causas do gênero em desfavor da prefeitura local, com o objetivo de ppersegui-los.
"Desde que ele chegou a Lábrea, nenhuma ação avança quando o município vira acusado ou réu", afirmam sindicalistas locais.
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