Comissão aliviou uma série de restrições propostas por deputados, mas previu até multa e suspensão de um ano a influenciadores que divulgarem apostas não regulamentadas
Um projeto de lei que proíbe influenciadores de promoverem, nas redes sociais, jogos de azar não regulamentados foi aprovado ontem (6 dez.) pela Comissão de Comunicação da Câmara Federal, e propõe "suspender" o trabalho de influenciadores digitais.
O texto agregou quatro PLs que queriam vedar a promoção de apostas e responsabilizar influencers por conteúdos publicitários, mas definiu restrições mais brandas que as originais. A nova proposta chegou nesta quinta-feira (7 dez.) à Comissão de Finanças e Tributação da casa para apreciação.
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O QUE DIZ O PL?
O texto veda a promoção nas redes sociais de jogos de azar não regulamentados, a exemplo de cassinos e do "jogo do tigrinho", o que exclui apostas esportivas (ou seja, mesmo a divulgação de bets sem autorização para operar no país estaria livre da restrição).
SEGUNDO O PROJETO
Influenciadores que promoverem jogos de azar irregulares poderão sofrer advertência e multa, além de "suspensão do exercício da atividade de influenciador digital" por até um ano;
Redes sociais serão obrigadas a "cooperar com as autoridades na supervisão e remoção de conteúdo veiculado em suas plataformas" sob pena de advertência e multa;
A publicidade deverá informar sobre as consequências negativas ligadas às apostas, como o risco de vício e perdas financeiras, e não poderá ser direcionada a menores de idade;
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Agências deverão disponibilizar em seus sites a relação de todos os influenciadores contratados para a realização de publis sobre jogos de azar.
Fonte: Núcleo