Dia internacional da enfermagem.
Hoje, 12 de maio, comemora-se mundialmente o dia Internacional da enfermagem. No Brasil, a celebração se dá entre os dias 12 e 20 de maio, por conta de duas mulheres pioneiras na enfermagem: Florence Nightingale – que se destacou na Guerra da Criméia – e, na assistência brasileira, Ana Neri – enfermeira que atuou na Guerra do Paraguai.
Florence modificou um cenário extremamente complexo, cuidando de soldados feridos e reduzindo, de 40% para 2%, a taxa de mortalidade por doenças infectocontagiosas no front. Desenvolveu uma prática com suporte epidemiológico para a prevenção e controle de doenças infecciosas e infecções hospitalares, numa época pré-bacteriológica.
A partir de impactos como esse, a profissão foi ganhando cada vez mais relevância e espaço na área da saúde. Em 2020, esse reconhecimento ganhou um novo patamar com o enfrentamento da pandemia de Covid-19, que colocou novamente em evidência a fragilidade humana e a importância da existência e persistência dos profissionais da saúde.
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Neste contexto, a enfermagem se destaca pela grande contribuição, com profissionais cuidando de um número cada vez maior de pessoas contaminadas e com quadros de evolução rápida, e que muitas vezes foram fatais. Mesmo diante das adversidades, a enfermagem nunca se distância do seu propósito: servir à vida.

Nesta reflexão, voltamos à essência do que é ser enfermeiro. As pessoas que escolhem a profissão têm características que as impulsionam para o “cuidar”, como maior sensibilidade e interesse para melhorar a vida daqueles que necessitam de assistência; auxiliar na compreensão e aceitação de doenças; contribuir para a recuperação e adaptação das pessoas; além de acolher pacientes e seus familiares em momentos como a finitude da vida.
A atuação profissional da enfermagem na relação do cuidar é, na sua essência, um exercício de práticas que envolvem ciência, aplicada por meio do conhecimento e da habilidade adquirida ao longo do exercício da profissão, e grandes aprendizados baseados nas descobertas das relações humanas.
Uma pessoa que conclui a graduação em Enfermagem ou um curso técnico tem a autorização de exercer a profissão, mas há uma longa jornada pela frente, de vivências e atualizações, para se tornar um bom profissional.

Fotos: Reprodução
Com 125 anos de atuação, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é reconhecido nacionalmente pela qualidade da sua equipe de enfermagem. Isso é possível pelo constante empenho em manter e aprimorar a qualificação dos profissionais, bem como sustentar a cultura que é transmitida ao longo dos anos.
Acreditamos na importância da formação e da valorização de jovens profissionais, por meio de nossa faculdade e escola técnica de enfermagem, onde aplicamos de forma prática nosso modelo assistencial, que coloca o paciente e o familiar no centro do cuidado, levando em consideração as teorias de Enfermagem que embasaram a estrutura da gestão da assistência, bem como o modelo de entrega do cuidado e a gestão da equipe.
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Ser um profissional de Enfermagem é aliar conhecimento técnico científico e empatia, cuidando genuinamente do outro em sua integralidade. É desenvolver a capacidade de adaptação para situações estressantes e persistir na profissão, ao perceber o sofrimento humano e pessoas em estado de vulnerabilidade. É ter humildade e espírito de aprendiz diário diante de situações complexas. Neste dia 12 de maio, além de parabenizar a equipe de enfermagem também agradecer a cada um que se dedica ao cuidado com a vida humana.
Fonte: CNN