Comitê Paralímpico Brasileiro quer superar o seu melhor resultado, que foi na Paralimpíada de Tóquio
Diferentemente dos esportes olímpicos, em que o Brasil ainda é emergente, na Paralimpíada o país é uma potência mundial. Para os jogos que começam no dia 28, em Paris, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) trabalha com duas metas de medalhas. A primeira é modesta e a segunda otimista.
No primeiro cenário, estima-se que o Brasil consiga 70 medalhas. A quantidade é próxima das 72 conquistadas em Tóquio, 2021, e no Rio de Janeiro, em 2016. No Japão, o Brasil ficou na sétima posição no quadro de medalhas, melhor colocação da história.
Em Londres, 2012, o Brasil também ficou na sétima posição, mas naquela ocasião foram conquistadas 42 medalhas.
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O cenário otimista é que os atletas brasileiros consigam voltar ao país com até 90 medalhas e que o Brasil fique ao menos na sexta posição no quadro de medalhas.
O CPB determinou quanto cada atleta irá ganhar por medalha conquistada. Nas provas individuais, a cada ouro será pago R$ 250 mil; prata, R$ 100 mil; e bronze, R$ 50 mil.
Nas modalidades coletivas serão pagos R$ 125 mil por atleta em caso de ouro, R$ 50 mil na conquista da prata, e R$ 25 mil pelo Bronze.
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O Comitê também estipulou um valor para equipe de apoio como atletas-guia, pilotos, calheiros e timoneiros. Eles irão receber 20% da quantia do prêmio conquistado pelos seus atletas. Caso o competidor consiga ganhar mais de uma medalha, as premiações seguintes serão correspondentes a 10% da quantia recebida pelo atleta.
Fonte: Metrópoles