Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Desde o mês passado a menor região amazonense do Purus vem sendo atingida por queimadas após uma série de incêndios em áreas e proteção ambiental.
O Sul do município é Labrea, na tríplice divisa entre os estados do Acre, Rondônia e Amazonas, desde os anos 2000 tem se mantido mo topo do ranking de possíveis incêndios considerados criminosos.
Os dados são e entidades civis organizadas com assento em Reservas Extrativistas sob controle do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), autarquia vinculada ao Ministerio do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA- MC).
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Desde 2000, data em que madeireiros oriundos do Vale do Guapore, no sofresse do estado de Rondônia, migraram para a tríplice divisa e ocuparam o sul do Amazonas, "as queimadas, antecipadas de invasões de territórios indígenas, quilombolas e zonas ribeirinhas, já vevastam impunemente", afirmam lideranças nativas expulsas por madeireiros e fazendeiros acrianos e amazonenses.
Apesar da explosão de operações conjuntas entre a Polícia Federal, Forca Nacional de Segurança, Ibama, Funai e minimamente por parte do ICMBIO na região, "tanto as invasões terras por consórcios atribuídos a madeireiros e fazendeiros, as ações criminosas contra o patrimônio da União mais que dobraram", apontam lideranças indígenas e agricultores amazonenses.
O avanço das queimadas, segundo informações. "só não é contido evidente a fragilidade dos órgãos de controle ambiental e fiscal que atuam no sul do nosso Estado", ressaltam dirigentes da Associação de Produtores Rurais das Comunidades do Sul do Amazonas.
Segundo os interlocutores, atualmente, o fogo se concentra com mais intensidade, justamente, nas áreas invadidas por fazendeiros do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, esta região do Norte do Mato Grosso. "A origem do fogo seria encoberta se as investigações fossem aprofundadas a partir das fundiárias das fazendas e serrarias ilegais que operam desde o século passado na tríplice divisa do Acre, Rondônia e Amazonas, acrescentam fontes.
Ao menos três décadas o Governo Federal e sabedor da origem das queimadas advinda dos Estados vizinhos e dos focos replicados em terras ocupadas ilegalmente por migrantes sulistas, sucessos, acrianos e rondonienses. "No meio desses possíveis incendiários haveria a participação de agentes públicos subavalizando as ocupações ilegais e de setores do Incra, Ibama, ICMBIO e de cartórios de registros de imóveis - como o caso do afastamento da tabeliã Luciana Barroncas, suspeita de emissão de documentação falsa ao agronegócio madeireiro e bovino no sul de Lábrea e ao longo das BR-319 e BR-230 (antiga Transamazonica).
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No lado rondoniense, a equipe de reportagem recebeu pedido de pequenos criadores do município de Alvorada do Oeste, no Sul do estado de Rondônia, que tiveram suas propriedades e animais devorados pelo fogo. Segundo eles, em estado de desespero, "porcos, vacas e cavalos foram consumidos pelo fogo intenso em nossas propriedades).
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