Pesando apenas 96 g e medindo 49 cm, um filhote de jacaré que nasceu no parque de répteis Gatorland, na Flórida (EUA), virou notícia em todo o mundo por ser portador de leucismo, uma condição raríssima na espécie.
O jacarezinho branco com olhos azuis é fêmea e divide um recinto com o irmão – que nasceu com coloração normal. Eles se alimentam de pequenos pedaços de frango.
“Esses são animais incrivelmente especiais no mundo dos répteis e estamos sendo muito cuidadosos com sua segurança”, comenta Mark McHugh, presidente e CEO da Gatorland, em entrevista ao site americano IFL Science.
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Segundo ele, a fêmea com leucismo deve ser exibida ao público no início do próximo ano. Essa condição é muito rara e faz com que a pigmentação seja reduzida, mas não ausente.
Às vezes é confundida com albinismo, mas não é a mesma coisa: o albinismo é o resultado da falta de células produtoras de melanina, enquanto o leucismo é a ausência apenas de alguma pigmentação.
Isso pode ser visto nos olhos: em animais albinos, são rosados, enquanto nos leucísticos, como o novo bebê jacaré, normalmente são azuis ou escuros.
Como mostra o IFL Science, jacarés com leucismo são tão raros que só foram relatados, até hoje, oito em todo o mundo. Curiosamente, três vivem em Gatorland.
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É importante lembrar que a falta de pigmentação não é boa para o animal, especialmente se vive na natureza. A ausência de melanina o deixa praticamente indefeso contra a radiação ultravioleta do Sol, aumentando o risco de câncer, mas também prejudica a visão e a capacidade de se camuflar.
Fonte:Trendsbr