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Reeleito para o quarto mandato como prefeito do Rio, Paes tira férias após vitória nas urnas
Foto: Reprodução

Disputa eleitoral na cidade terminou no domingo passado com o candidato à reeleição em primeiro lugar

Prefeito reeleito em primeiro turno, Eduardo Paes (PSD) contou em suas redes sociais que entraria de férias. Em um vídeo publicado no Instagram na manhã deste domingo, Paes afirmou que tiraria uma semana de folga junto da esposa, Cristine Paes, porque "estaria merecendo". O anúncio foi feito uma semana após sua vitória nas urnas ao receber 60,47% dos votos e se eleger para o quarto mandato na gestão municipal do Rio de Janeiro.

 

— Comportem-se na minha ausência, vou estar de olho em vocês. Mantenham a cidade limpa e organizada, respeitem as regras e as leis, para eu poder descansar em paz. Qualquer coisa, é só convocar que eu estou no ar. Muito orgulho de poder trabalhar por vocês por mais quatro anos — disse ele.

 

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Paes iniciou a campanha confortável: as primeiras pesquisas mostravam o prefeito muito a frente dos adversários. Ao passar das semanas, seu principal adversário, Alexandre Ramagem (PL), começou a desempenhar melhor, principalmente com o apoio explícito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

A campanha de Paes então mudou o tom. Suas propagandas de rádio e TV e nas declarações públicas foram usadas também para atacar o adversário, sobretudo na associação do delegado federal ao governador Cláudio Castro (PL), ao ex-governador Wilson Witzel e ao ex-prefeito Marcelo Crivella.

 

Durante a campanha, Paes também adotou o discurso anti-polarização. Um trunfo que usou a seu favor é ter costurado o apoio de ex-adversários em torno de sua candidatura: Marcelo Freixo (PT), Benedita da Silva (PT), Martha Rocha (PDT) e Alessandro Molon (PSB) já disputaram eleições contra ele e neste ano caminharam ao seu lado.

 

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Do lado do bolsonarismo, ele conseguiu atrair o apoio explícito de Otoni de Paula (MDB), ex-líder do governo Bolsonaro e que se tornou seu articulador entre os evangélicos. Buscando se equilibrar entre essas correntes, Paes não escondeu o apoio do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), mas também não o usou como um cabo eleitoral. Lula foi citado sempre sobre seus apoios a projetos no Rio. 

 

Fonte: O Globo

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