Os exércitos britânico e americano repeliram "o maior ataque" até agora de rebeldes huthis do Iêmen no Mar Vermelho, anunciou nesta quarta-feira o ministro da Defesa britânico, Grant Shapps.
"Durante a noite", o navio britânico HMS Diamond, juntamente com navios de guerra americanos, "repeliram com sucesso o maior ataque até agora no Mar Vermelho por parte dos huthis, apoiados pelo Irã", escreveu o ministro na rede social X.
"Com mísseis Sea Viper e armas, Diamond destruiu vários drones de ataque que se dirigiam para ela e navios comerciais na área, sem ferimentos ou danos sofridos pelo Diamond ou sua tripulação", diz ainda a publicação. "Tomaremos as medidas necessárias para proteger vidas inocentes e a economia global", conclui o texto.
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Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), nesta terça-feira, seus militares, juntamente com o Reino Unido, abateram 18 drones e três mísseis lançados pelos Houthi do Iêmen.
"Os houthis apoiados pelo Irã lançaram um ataque complexo usando veículos aéreos não tripulados de ataque unidirecional projetados pelo Irã... e um míssil balístico antinavio a partir de áreas do Iêmen controladas pelos houthis", disse o Comando Central dos EUA em um comunicado (Centcom).
O ataque ocorreu uma semana depois de 12 países, liderados pelos Estados Unidos, alertarem os Houthis sobre as consequências dos seus ataques se não parassem imediatamente de disparar contra navios comerciais.
Desde novembro, foram registrados mais de cem ataques de drones e mísseis no Mar Vermelho e Golfo do Áden, por onde passa cerca de 12% de todo o comércio marítimo mundial.
Desde que o conflito entre Israel e o Hamas começou, após o ataque mortal do movimento islâmico palestino em território israelense em 7 de outubro, os houthis atacaram navios no Mar Vermelho em várias ocasiões, alegando que o faziam em apoio aos palestinos em Gaza.
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Os ataques, que ocorrem em uma importante rota de navegação comercial, levaram os EUA a lançar uma força naval multinacional no início deste mês para proteger os navios que navegam no Mar Vermelho.
Fonte:O Globo