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Relatório da Polícia Federal detalha conversa de Marcos do Val sobre suposto plano golpista
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Conversas extraídas do celular do senador afastado Marcos do Val, em poder da Polícia Federal, detalham como ele se referia a um suposto plano de golpe que ele diz ter tratado em reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado Daniel Silveira.

 

Do Val é investigado pela PF por tentativa de obstruir as investigações e, nesse caso, contou várias versões diferentes.

 

A um grupo no WhatsApp, ele falou de uma suposta trama para impedir a posse do presidente Lula. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal O Globo e obtida também pelo blog.

 

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Nas mensagens, ele diz que está "com a bomba na mão para destruir Bolsonaro e outra para destruir Lula".

 
Em outro trecho, ele se coloca na seguinte posição de importância: "simplesmente está em minhas mãos o destino de dois presidentes".

 

Segundo fontes ouvidas pelo blog, essas informações estão num primeiro relatório de análise do celular que Marcos do Val entregou voluntariamente à Polícia Federal.

 

Em junho, uma operação da PF apreendeu outros aparelhos telefônicos, pendrives e computadores em endereços ligados a Do Val em Brasília e no Espírito Santo. O conteúdo desses dispositivos ainda não foi divulgado.

 

Em nota, Marcos do Val disse que os trechos de conversas dele foram retirados de contexto e que a investigação está sob sigilo.


POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA  


Marcos do Val é investigado por obstruir investigações sobre os atos golpistas do 8 de janeiro. Postagens do senador em redes sociais basearam a operação de junho.

 

Em fevereiro deste ano, do Val acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado Daniel Silveira de organizarem uma reunião, no fim do ano, para propor o envolvimento do senador em um plano de golpe de Estado.

 

O senador afastado, no entanto, divulgou desde então múltiplas versões sobre o caso, com várias contradições.

 

Entre os crimes em que ele pode ser enquadrado, segundo as investigações, está o de divulgar informações sigilosas que podem causar prejuízo a outras pessoas.

 

As contas do senador em redes sociais foram bloqueadas por determinação da Justiça.

 

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Fonte: G1

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