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Relatório sobre acidente aéreo que matou Marília Mendonça sai nesta segunda-feira (15/05)
Foto: Reprodução

Relatório deve indicar se houve ou não falha mecânica na aeronave. Acidente aconteceu em novembro de 2021, em Minas Gerais.

O relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticas (Cenipa) sobre o acidente que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas será divulgado nesta segunda-feira (15). A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou a conclusão das investigações na última sexta-feira (12).

 

As informações serão apresentadas primeiramente aos familiares das vítimas. Segundo o Cenipa, os detalhes serão divulgados ao público em seguida, "como forma de promover o amplo acesso e transparência das informações investigadas por este centro a toda sociedade".

 

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, o relatório deve indicar se houve ou não falha mecânica na aeronave. Ainda não se sabe o horário em que o documento será divulgado.

 

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O ACIDENTE

 

No dia 5 de novembro de 2021, a aeronave que transportava a equipe da cantora caiu em Piedade de Caratinga, na Região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. Tratava-se de um bimotor Beech Aircraft, da PEC Táxi Aéreo, de Goiás, prefixo PT-ONJ, com capacidade para seis passageiros.

 

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião estava em situação regular e tinha autorização para fazer táxi aéreo. Ele decolou do Aeródromo Santa Genoveva, em Goiânia (GO), às 16h02min. O grupo voava em direção à cidade de Caratinga, onde a artista faria um show naquela noite.

 

Além de Marília Mendonça, morreram Geraldo Medeiros (piloto), Tarciso Viana (copiloto), Henrique Ribeiro (produtor) e Abicieli Silveira Dias Filho (tio e assessor da artista). A cantora partiu aos 26 anos, no auge da carreira, deixando o pequeno filho Leo.

 

Os cinco ocupantes da aeronave foram vítimas de politraumatismo contuso, de acordo com o médico-legista Thales Bittencourt de Barcelos. As mortes aconteceram depois que todos já estavam no chão.

 

INVESTIGAÇÕES

 

Um ano após o acidente, a Polícia Civil de Minas Gerais divulgou conclusões disponíveis até aquele momento: o piloto da aeronave não seguiu o padrão de pouso do aeródromo.

 

De acordo com a instituição, ele fez a aproximação pelo lado correto, mas "se afastou muito" do local recomendado e saiu da zona de proteção. Uma das hipóteses é que Medeiros tentou fazer um pouso "mais suave".

 

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As investigações apontaram ainda que a aeronave estava voando baixo e bateu em um cabo de uma torre de distribuição da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Com a tensão, o cabo de aço se enrolou no motor esquerdo da aeronave e fez com que ele se desprendesse no ar.

 

Fonte: G1

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