Especialistas não chegam a consenso para identificar a espécie encontrada na costa da Inglaterra
Os restos mortais de uma "criatura estranha" sem face detiveram Caroline Pindar, de 61 anos, durante uma caminhada em Hayburn Wyke, uma praia rochosa em North Yorkshire (Inglaterra), após uma tempestade.
O cadáver, estimado em cerca de 5 metros de comprimento, com pele branca manchada e de textura pegajosa, deixou especialistas com uma pulga atrás da orelha: afinal, do que se trata? Ou se tratava.
"À distância, perguntei-me se os restos seriam espuma ou detritos de pesca. Há muito deste tipo de poluição por aqui. Mas, quando me aproximei, era obviamente grande demais", contou Caroline, de acordo com o "Metro".
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A britânica acrescentou que os restos mortais estavam em decomposição, com "ossos projetados através da pele" e "muita gordura" nas laterais da carcaça.
"A forma como estava curvado fazia parecer que os ossos expostos eram presas, parecidas com as de uma morsa. Nenhuma cabeça ou cauda eram óbvias. O cheiro era muito forte", completou ela.
Caroline compartilhou as fotos com um grupo especializado em vida marinha na esperança de descobrir de identificar a espécie, mas nenhum consenso claro foi alcançado.
As suposições incluíam uma morsa, uma baleia-Minke, algum tipo de foca ou até mesmo um "golfinho enorme".
Especialistas do Programa de Investigação de Encalhe de Cetáceos do Reino Unido também não conseguiram decifrar a espécie encontrada.
"Parecem restos apodrecidos de um cetáceo maior. Acho que posso ver restos de pregas na garganta numa das imagens. Dado o tamanho com a pessoa ao fundo como escala, talvez eu me inclinasse para algo como uma baleia-Minke. Mas, para ser honesto, é difícil dizer, dada a decomposição", afirmou o gerente do projeto, Rob Deaville.
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"Eu tinha visto botos mortos em vários estados de decomposição por aqui, e vi e senti o cheiro de uma baleia em decomposição na água em Orkney, mas nada como isto", finalizou Caroline.
Fonte: Extra