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Reunião com governadores é considerada crucial pelo governo. Saiba o que apressou o plano
Foto: Reprodução

Presidente Lula e Ricardo Lewandowski na Reunião do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI)

A crise no “complexo de Israel”, no conflito que vitimou trabalhadores na Avenida Brasil, reforçou no governo federal a necessidade de mudança na política de segurança. As medidas vinham sendo formuladas há meses pelo ministro Ricardo Lewandowski. Ele analisou as constituições, viu a possibilidade de mudança e apresentou a proposta.

 

A reunião desta quinta-feira no Planalto entre os governadores e o presidente Lula é considerada no governo como decisiva para o projeto do Sistema Único de Segurança Pública. A reunião terá grande quórum, ainda que dois governadores desdenharam ( Romeu Zema, de Minas Gerais, e Jorginho Mello, de Santa Catarina). Se os governadores aderirem, a proposta andará no Congresso. Se não aderirem, o governo não conseguirá aprovar.

 

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O governo está preocupado em deixar explícito que não quer tirar atribuições constitucionais de ninguém, nem interferir nas polícias. A mensagem que vai ser transmitida é que os governadores conduzem as políticas de segurança pública. Para tentar convencer os governadores houve reuniões preparatórias, o secretário nacional de segurança pública, Mario Sarrubbo, veio ao Rio definir estratégias de ação conjunta.

 

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Como o crime ficou mais forte e atua em consórcios, o Estado pelos seus vários entes federados, e três níveis administrativos precisa também atuar em conjunto. 

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