Filho do ator confirmou nas redes sociais sem dizer a causa da morte
Ryan O'Neal, que se tornou uma estrela de cinema por protagonizar o filme de maior bilheteria de 1970, “Love Story”, morreu nesta sexta-feira (8) aos 82 anos.
Seu filho Patrick O’Neal confirmou a morte em uma postagem no Instagram. Mas não disse a causa nem onde ele morreu.
O’Neal foi um rosto familiar nas telas por meio século. Mas nunca foi tão famoso como logo após “Love Story”. Ele tinha 29 anos e sua atuação como Oliver Barrett IV, um rico jogador de hóquei de cabelos dourados de Harvard, casado com uma mulher moribunda interpretada por Ali MacGraw, lhe rendeu a única indicação ao Oscar de sua carreira.
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Nunca mais brilhou tanto, embora ele tenha se mantido ativo o longo da década de 1970, aparecendo em filmes como “Barry Lyndon” (1975), a adaptação de Stanley Kubrick do romance de William Makepeace Thackeray sobre um pobre garoto irlandês do século XVIII que ascende na sociedade inglesa e depois cai dessas alturas; e “A Bridge Too Far” (1977), a história épica de Richard Attenborough sobre a Segunda Guerra Mundial.
Ele também demonstrou seu talento para a comédia em três filmes dirigidos por Peter Bogdanovich. Ele co-estrelou com Barbra Streisand “What’s Up, Doc?” (1972), uma comédia maluca inspirada no filme de Cary Grant-Katharine Hepburn de 1938, “Bringing Up Baby”; com Burt Reynolds em “Nickelodeon” (1976), e, com sua filha de 9 anos, Tatum, no mais conhecido dos três filmes que fez com Bogdanovich, “Paper Moon” (1973).
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Anos mais tarde, a família O’Neal veio a ter muitos mais problemas com a lei, com as drogas e entre si.
Fonte: O Globo