A apresentação nas Olimpíadas marcará a volta de Céline Dion aos palcos. Ela enfrenta uma doença degenerativa
A abertura das Olimpíadas de Paris, a ser realizada na próxima sexta-feira (26/7), marcará o início do evento mais importante do mundo esportivo. Entretanto, as apresentações também vão ser um marco para Céline Dion, que voltará aos palcos para cantar na cerimônia.
A cantora, que enfrenta a síndrome da pessoa rígida, uma doença degenerativa, está na capital francesa desde a última segunda-feira (22/7) e vem ensaiando para o grande momento. Assim como aconteceu em outros anos, os shows serão pré-gravados e dublados ao vivo.
De acordo com o TMZ, a cantora receberá um cachê de cerca de R$ 11,1 milhões. O Comitê Olímpico Internacional, ainda segundo o portal, está custeando outras despesas de Céline, como a viagem de jato dela e de sua família. “Eles estão pagando uma fortuna. Uma quantia ridícula”, disse uma fonte ao veículo.
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A rotina de Céline Dion com a síndrome da pessoa rígida (SPR) é detalhada no documentário Eu Sou: Céline Dion, lançado nessa terça-feira (25/6). As dores e dificuldades da artista são registradas em uma cena agoniante, em que ela convulsiona por cerca de 7 minutos.
Nos momentos finais do documentário, a canadense de 56 anos faz uma sessão de fisioterapia, quando começa a sentir espasmos no pé. Ela chora e agoniza de dor, mas logo recebe cuidado médico, com aplicação de um spray nasal para relaxar os músculos. Segundo o profissional de saúde, o cérebro de Céline poderia estar “superestimulado” após cantar em um estúdio.
“Toda vez que algo assim acontece, você se sente tão envergonhada. Eu não sei como expressar isso, é apenas… como não ter controle sobre si mesma”, diz a artista no documentário, disponível no Prime Video. A revista Page Six publicou um trecho da cena, que viralizou nas redes sociais.
A síndrome da pessoa rígida é uma doença neurológica rara que debilita os movimentos do corpo, causa dor e espasmos musculares inesperados. A cantora revelou o diagnóstico de SPR em dezembro de 2022, e precisou cancelar uma turnê mundial. Desde então, ela faz poucas aparições públicas.
O QUE É A SÍNDROME?
A SPR é uma doença neurológica que atinge uma pessoa a cada um milhão. A condição causa rigidez nos músculos do corpo e espasmos dolorosos. Em alguns casos, os tremores podem ser capazes de provocar rachaduras ósseas e crises de falta de ar.
A síndrome surge mais frequentemente entre os 30 e os 60 anos e é duas vezes mais comum em mulheres. Embora não se conheça exatamente as causas da síndrome da pessoa rígida, doenças autoimunes como vitiligo e diabetes estão associadas ao quadro.
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TRATAMENTO
Apesar de não ter cura, a SPR pode ser tratada para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Os procedimentos dependem da gravidade do caso de cada indivíduo, e incluem desde medicamentos que desaceleram o sistema nervoso até imunoterapia.
Fonte: Metrópoles