Um estudo recente concluiu que a estévia pode trazer resultados positivos à saúde cerebral; veja detalhes
Se existe uma substância que gera conflito no mundo da saúde é o adoçante. A depender da escolha, alguns riscos podem ser considerados, como as opções artificiais com base em aspartame, que podem representar prejuízos ao bem-estar.
Se existe uma substância que gera conflito no mundo da saúde é o adoçante. A depender da escolha, alguns riscos podem ser considerados, como as opções artificiais com base em aspartame, que podem representar prejuízos ao bem-estar.
Os pesquisadores analisaram a resposta cerebral de ratos a diferentes tipos de adoçantes. Para isso, testaram os tipos estévia, o xilitol, a glicirrizina e o mogrosídeo (também chamado de monge).
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Os roedores foram alimentados com seis dietas diferentes durante um período de seis semanas. Um grupo recebeu a dieta de controle, enquanto o outro recebia os alimentos adocicados.A partir disso, foi observado se algum dos adoçantes de baixa caloria era capaz de causar efeitos semelhantes aos do açúcar no cérebro.
Foi concluído que, dentre as opções utilizadas, a estévia é o adoçante mais “compatível com o cérebro” entre as alternativas de açúcar mais utilizadas, com o sabor aproximado daquele que é percebido no açúcar.
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Para quem não conhece, a estévia é derivada das folhas da planta Stevia rebaudiana, nativa da América do Sul e comum na região Sul brasileira. Ela chega a ser de 300 a 400 vezes mais doce que o açúcar tradicional, não tem calorias e seus efeitos sob os níveis da glicose sanguínea são mínimos.
Fonte: Extra