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Saques a transportadoras de mercadorias no Rio Madeira podem ter sido retaliação à 'Operação Prensa' da Polícia Federal, Ibama e Funai contra o garimpo ilegal no Amazonas. VEJA VÍDEOS
Foto: Reprodução

Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Não é só alimentos e combustíveis os alvos das e quadrilhas de piratas e garimpeiros que atuam ao longo das calhas dos rios amazonenses.

 

O 4º Distrito Naval, através da Capitania dos Portos, em Manaus, segundo a parte maior dos anais da armada, “ocorrências de saques, também, com maior incidência de roubo em balsas transportando alimentos, eletrodomésticos, bebidas, frios, soja, combustíveis e minérios”.

 

Na última quinta-feira (5), segundo testemunhas, garimpeiros fortemente armados invadiram e fizeram reféns a tripulação e o comando de uma balsa depois encalhar na localidade do Pedral do Marmelo. A embarcação transportava 1,2 toneladas de gêneros alimentícios próximo da cidade de Manicoré, a 331 quilômetros da capital Manaus.

 

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A ação dos bandidos, de acordo com boletim divulgado por fontes da Polícia Civil no município de Manicoré, “o saque durou das 22h às 06h da manhã da sexta-feira, 6”. O horário é compatível com início e encerramento de parte das operações ilegais de extração de ouro de dragas e balsas do garimpo reprimido pela Operação Prensa, da Polícia Federal, Ibama e Funai.

 

Relatório de inteligência sustentado por setores da navegação no eixo Porto Velho a Manaus aponta, contudo, que, “o saque da carga pode ter sido uma retaliação a forte repressão da Polícia Federal, Ibama e Funai às ações do garimpo ilegal ao longo do Rio Madeira”. O dono das mercadorias Ackel Correia, também, manifestou a mesma opinião em entrevista à mídia.

 

O crime também foi atribuído a moradores da região ribeirinha do rio Marmelo onde moram mineradores familiares extrativistas afetados pela queima de balsas (escarifuças de 4 a 5 polegadas sobre boias flutuantes). Setores da agricultura familiar humaitaense, disseram que, “a região do Pedral do Marmelo até ao limite do Tabuleta, outra microrregião é grande concentração de garimpeiros e dragueiros e não teriam armamentos de grosso calibre, como o pessoal de Rondônia e Mato Grosso”.

 

Segundo interlocutores de uma cooperativa recém-criada entre os municípios de Humaitá e Manicoré, “os bancos de areia ressurgem à cada estiagem, além das pedras no Pedral e acesso ao rio Marmelo, no período de extrema seca”. As fontes apontam, ainda, que, “com o garimpo, nós, mesmos, chegamos a ser assaltados por piratas advindos de outras áreas de lavra garimpeira”.

 

NO SAQUE DA BALSA E O EMPURRADOR

 

Os assaltos seguidos de saques de mercadorias, alimentos, bebidas, botijas de gás, combustíveis (óleo diesel, gasolina, óleo diesel e graxa fina), além de eletrodomésticos (da linha branca), eletrônicos, soja, madeira da rota Manaus e a Porto Velho, “sempre foram alvos de quadrilhas de piratas e ladrões comuns da região”.

 

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- Nem ladrões comuns nem piratas foram combatidos, plenamente, pelas autoridades responsáveis, arremataram jovens extrativistas familiares minerários à reportagem.

 

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