O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam mais de 90% de probabilidade do fenômeno El Niño se manifestar até, pelo menos, o final de 2023
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam mais de 90% de probabilidade do fenômeno El Niño se manifestar até, pelo menos, o final de 2023.
O fenômeno chamado de efeito acoplado começa com o aquecimento ou resfriamento na região do Oceano Pacífico Equatorial. Esse aquecimento altera os padrões atmosféricos, afetando o clima em várias partes do mundo. No Brasil, os efeitos são:
Norte: seca e aumento da probabilidade de incêndios florestais;
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Nordeste: secas de diversas intensidades;
Sudeste: aumento das temperaturas médias e da probabilidade de queimadas;
Centro Oeste: chuvas acima da média;
Sul: chuvas abundantes e aumentos da temperatura média.
O Cidades e Soluções deste domingo (16) destacou quais os impactos do fenômeno e o aquecimento global na sua vida. O programa mostrou que os efeitos já são percebidos em várias partes do mundo.
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Nos últimos dias, foi registrada a temperatura média recorde na história das medições no planeta Terra. A taxa por mortalidade do calor já é alta em países como México e Estados Unidos. No hemisfério Norte, as temperaturas estão altas – mais de 35 graus de temperatura na China, 50 graus em países africanos: tudo isso sem que o El Niño tenha alcançado o auge.
Fonte: G1