Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos na operação do 1º DIP
O 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), realizou a segunda fase da Operação Corsário e prendeu dois envolvidos em um esquema de desvio de medicamentos e produtos hospitalares de unidades de saúde do Amazonas.
O secretário Executivo da SES-AM, Sílvio Romano, destacou que a pasta não compactua com nenhum tipo de desvio de conduta e ilícitos cometidos por servidores públicos e explicou que os funcionários envolvidos na ação serão afastados de suas respectivas funções públicas até a conclusão das investigações.
“A Secretaria de Saúde, verificando inconsistências em quantitativos de almoxarifados e farmácias, solicitou que a Polícia Civil realizasse investigação em torno do caso. Por conta disso, estamos adotando todas as providências necessárias e, também, adotando medidas para que possamos melhorar ainda mais a gestão de controle nas unidades de saúde”, declarou Silvio Romano.
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O delegado Cícero Túlio, titular do 1º DIP, disse que as investigações em torno do caso iniciaram em março deste ano, a partir de uma denúncia da SES-AM informando algumas inconsistências em relação ao quantitativo de materiais hospitalares do Estado.

Secretário da SES, Silvio Romano
“Começamos um trabalho de monitoramento em um hospital do Amazonas e constatamos que um servidor público da Secretaria de Saúde estaria desviando medicamentos e insumos hospitalares da unidade hospitalar e os revendia para outras pessoas, que destinavam para uma empresa”, falou o delegado titular do 1º DIP.
Na primeira fase da Operação Corsário, mais de duas toneladas de materiais desviados foram recuperadas pelos policiais civis do 1° DIP e três pessoas foram presas.

Delegado Cícero Túlio comando as duas fases da operação
(Fotos: Divulgação)
Em continuidade às investigações, foi possível identificar a participação de outros servidores da Secretaria de Saúde no esquema criminoso. A partir disso foram solicitados ao Poder Judiciário mandados prisões preventivas e mandados de busca e apreensão de todos os envolvidos identificados.
Durante diligências na segunda fase, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão.
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Os dois presos na segunda fase da Operação Corsário responderão por organização criminosa, furto qualificado, peculato doloso e receptação qualificada e ficarão à disposição da Justiça.