A musa Paolla Oliveira viveu uma grande noite no último domingo (19/02), na Marques de Sapucaí, quando desfilou como rainha da bateria da Grande Rio, uma das escolas de samba que se credenciou, após desfilar, como favorita para ser a campeã do Carnaval 2023 no Rio de Janeiro.
Paolla brilhou na avenida com uma fantasia inspirada nas armas e metais de Ogum, importante divindade das religiões de matriz africana. O figurino contou com uma segunda pele que cobriu todo o seu corpo, com exceção da cabeça, e de uma espécie de armadura prateada montada por cima da segunda pele.
A segunda pele deu um tom de perfeição para seu corpo, já muito admirado pelos fãs, retirando de vista qualquer eventual “dobrinha” e fazendo com que a musa pudesse desfilar apresentando um corpo uniforme e combinando com as armas e metais prateados de Ogum.
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A arquibancada da Sapucaí veio abaixo com a beleza da musa.
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Mas pouco se falou sobre a estratégia que Paolla utilizou, nos bastidores, para que a segunda pele pudesse oferecer o efeito desejado – uma vez que o traje é conhecido por parecer sobremaneira artificial quando usado “à seco”.
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Pois bem, os foliões e folionas que quiserem usar uma segunda pele e deixá-la, como Paolla Oliveira o fez, mais natural, podem seguir a dica da musa.
Paolla revelou que o truque para atingir o efeito desejado jaz em molhar frequentemente a segunda pele.

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O objetivo é fazer com que o tecido possa ir aderindo à própria pele a fim de que não fique tão aparente. Ao longo do desfile, ela foi molhada por algumas vezes por uma assessora.
Fonte: Revista Fórum