Presidente é voz dissonante em um departamento de futebol que não vê de onde o técnico pode tirar algo de diferente para ser mantido, e defende troca imediata
Após a derrota do Flamengo para o São Paulo pela primeira partida da final da Copa do Brasil, o vice de futebol Marcos Braz se inclinou a demitir o técnico Jorge Sampaoli, mas parou no presidente.
Rodolfo Landim tirou a autonomia do comandante principal do departamento de futebol e segurou a saída do técnico argentino para o jogo da volta, no próximo domingo.
A pressão para a saída de Sampaoli deixa o clima insustentável no Ninho do Urubu, mas o mandatário, que o escolheu, entrou em cena e leva no braço e na caneta a decisão de bancar o técnico.
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A medida deixa a situação de Marcos Braz desconfortável. Após o jogo no Maracanã, ele discursou em tom ameno para que o Flamengo tente reverter o quadro, ainda com Sampaoli.
Do vice de futebol para baixo, todos no departamento entendem que não há mais da onde tirar forças. E que a troca antes do jogo da volta poderia gerar um fato novo, ainda que não fosse o ideal.
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Landim, por sua vez, divide a responsabilidade do treinador com a dos jogadores e da própria diretoria de futebol, e projeta uma reformulação que vai além do elenco até o fim do ano, com título ou não.
Fonte:Extra