O trio: Jesus Batista, Gean Barros e Mabi Canizo
Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Servidores da Prefeitura de Lábrea, município do interior do Estado, denunciaram nesta segunda-feira (26) que estão obrigados a pedir votos ao candidato Mani Canizo (União Brasil).
O histórico de exploração da mão de obra dos servidores ocorreria desde o primeiro mandato de Gean de Barros. Segundo servidores. "Trabalhamos duas horas a menos". Esse tempo é usado para que os servidores, na condição de cabos eleitorais, peçam votos aos usuários do SUS para os candidatos Mabi Canizo e Jesus Batista.
Além da "petição de votos", servidores da saúde, educação, temporários e comissionados custeiam seus próprios gastos com a caça de eleitores de casa em casa "sob Sol escaldante, na cidade. aldeias indígenas e zona rural” atestam agentes de saúde.
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Na cidade, o recrutamento de eleitores atendidos pelo SUS foi entregue pelo prefeito afastado Gean de Barros foi entregue a agentes comunitários de saúde e da educação.
A reação contrária ao uso de servidores da Prefeitura na campanha dos candidatos do União Brasil e do MDB, partiu dos agentes de saúde que além de trabalharem o dia inteiro. "uma regra adotada pela prefeitura de Lábrea que é totalmente ilegal", diz o consultor João Roberto, 52 anos.
Apesar do assunto ter sido informado ao Ministério Público (MP), segundo servidores da educação (Semed), "nenhum procedimento teria sido instaurado". Os servidores suspendem o expediente duas horas antes para atenderem os candidatos através da coordenação da campanha dos candidatos a prefeito e a vice-prefeito nas eleições deste ano.
Os servidores da saúde, de acordo com informações, "o servidor que se recusar a pedir votos é demitido, sumariamente". Além da disfunção que estão sendo obrigados a desempenhar, "agentes comunitários de saúde e de endêmicas estão tendo R$ 400 tirados dos salários, em média".
De acordo com o consultor João Roberto, os servidores estão sendo explorados ilegalmente. "O que, por si só, a Promotoria Pública após denúncias públicas na mídia tem o dever de instaurar uma Ação Civil Pública (ACP) para apurar as circunstâncias e levar o caso ao Judiciário".
Observadores públicos não podem se desviar da função pela qual são obrigados a cumprir, de conformidade com a legislação pertinente, enfatizou João Roberto.
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Nesse caso específico envolvendo os servidores da saúde e da educação, "caso o MP instaure os procedimentos devidos, comprovadas as denúncias, aa candidaturas de Mabi Canizo e Jesus Batista, podem ser impugnadas, segundo diz a legislação vigente no país.
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