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Sete recordes de uma vez na Bolsa brasileira
Foto: Reprodução

Não foi apenas o Ibovespa que atingiu seu recorde no pregão de segunda-feira: seis ações que compõem o índice de referência da Bolsa brasileira renovaram suas máximas históricas ontem, segundo levantamento do consultor independente Einar Rivero feito para a coluna.

 

São elas: Banco do Brasil (BBAS3, com salto de 73,8% no ano), BTG Pactual (BPAC11; 58,6%), Itaú Unibanco (ITUB4; 37,8%), Itaúsa (ITSA4; 32,9%), Sabesp (SBSP3; 29,9%) e CPFL Energia (CPFE3; 25,5%).

 

Essas ações nunca valeram tanto. Já o Ibovespa, que fechou ontem aos 131.084 pontos, acumulou alta de 19,5% em 2023 até agora. Mesmo tendo atingido suas máximas históricas, nenhuma dessas ações é a que mais subiu no ano dentro do Ibovespa.

 

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Esse posto é da Yduqs, dona de Estácio e Ibmec, que acumula alta de 127,4%. O papel mais que dobrou de tamanho no ano graças à sua recuperação operacional no pós-pandemia e à perspectiva de retorno do Fies.

 

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Mas nenhuma dessas ações contribuiu mais para a disparada do Ibovespa no ano que a Petrobras (PETR4, preferencial), que responde por 7,2% do Ibovespa e saltou mais de 88% em 2023 até agora. A Vale pesa mais no Ibovespa (14,54%), mas caiu 9,4% no ano. 

 

Fonte:O Globo

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