Ataques aéreos israelenses para dar cobertura à operação destruíram muitas casas e uma mesquita
Soldados israelenses resgataram dois reféns que estavam em poder de terroristas do Hamas desde os ataques de outubro de 2023; 134 pessoas permanecem em cativeiro.
No início da madrugada desta segunda-feira (12), Forças Israelenses invadiram um prédio na cidade de Rafah. O objetivo: libertar dois reféns mantidos pelos Hamas.
Durante a operação conjunta do Exército, Serviço de Inteligência e uma unidade especial da polícia, houve confrontos com tiros por terra. Ataques aéreos israelenses para dar cobertura à operação mataram 67 palestinos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. Uma mesquita e muitas casas foram destruídas.
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Famílias palestinas atingidas pelos ataques aéreos se despediram dos parentes mortos.
“A operação militar foi longe de onde meus familiares foram bombardeados, uns 4 ou 5 quilômetros", diz Ibrahim.
Os reféns estavam em um prédio e, depois de libertados, foram levados a um hospital em Ramat Gan, onde se encontraram com suas famílias. Fernando Simon Marman tem 60 anos e Louis Hare 70. Ambos têm nacionalidade dupla: israelense e argentina.
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Soldados israelenses resgatam 2 reféns que estavam em
poder do Hamas desde outubro de 2023
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Rafah, de onde os reféns foram resgatados, fica no sul da Faixa de Gaza, e é onde vivem hoje mais de 1 milhão de palestinos desalojados procurando abrigo. Nas últimas semanas, a cidade vinha sofrendo bombardeios intensos, e o governo de Israel havia avisado que estava prestes a iniciar uma operação terrestre.
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Nesta segunda-feira (12), o Reino Unido, a Austrália, a União Europeia e a ONU disseram estar preocupados com a ofensiva, que temem que possa ter consequências devastadoras.
Fonte: G1