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Supercomputador que simula cérebro humano será ligado em 2024
Foto: Reprodução

O DeepSouth é um supercomputador que promete imitar o cérebro humano, e ele será finalmente ligado em 2024.

A Western Sydney University (Austrália) revelou que o seu supercomputador, conhecido como DeepSouth, entrará em operação em abril de 2024.Este avançado sistema promete simular redes à escala do cérebro humano, utilizando hardware para imitar processos biológicos e emulando grandes redes de neurônios a uma taxa impressionante de 228 trilhões de operações sinápticas por segundo

 

A proposta subjacente é que o supercomputador seja capaz de competir com a estimativa de operações realizadas pelo cérebro humano.Desenvolvido especificamente para operar como redes de neurônios, os diretores têm a expectativa de que o DeepSouth consuma menos energia, proporcionando assim uma maior eficiência.

 

André van Schaik, diretor do Centro Internacional de Sistemas Neuromórficos (ICNS) da universidade, tem opiniões positivas. Ele diz que avançar em nossa compreensão de como os cérebros realizam computações por meio de neurônios tem sido desafiador.Isso porque a incapacidade de simular redes semelhantes às cerebrais em grande escala atrapalha nessa compreensão.

 

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No entanto, essa plataforma está destinada a impulsionar nossa compreensão do cérebro e a desenvolver computação em escala cerebral em diversas áreas, incluindo detecção, biomédica, robótica, exploração espacial e inteligência artificial em larga escala, afirmou o diretor.Computadores neuromórficos, conhecidos como supercomputadores, já foram construídos anteriormente, mas o DeepSouth será o maior deles até o momento.

 

O propósito por trás desse avanço é aprofundar nossa compreensão sobre como os cérebros conseguem processar vastas quantidades de informação utilizando quantidades mínimas de energia.A expectativa é que, se os pesquisadores conseguirem solucionar esse enigma, poderão eventualmente criar um cérebro ciborgue significativamente mais potente que o nosso.

 

Apesar da animação no cenário tecnológica, existem poucas

informações detalham o funcionamento interno do DeepSouth

( foto: Reprodução)

 

E se os testes falharem, a expectativa é que o projeto continue em andamento e rode durante 2024. No entanto, como o desenvolvimento foi sigiloso, existem esperanças que os primeiros programas sejam bem-sucedidos em termos de potência e resultados.

 

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A equipe colaborou estreitamente com parceiros em diversos campos neuromórficos no desenvolvimento deste projeto inovador, contando com pesquisadores da University of Sydney, University of Melbourne (ambas na Austrália) e University of Aachen (Alemanha). 

 

Fonte: TecMundo

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